Manuel Alegre defendeu uma economia de rosto humano
Na apresentação do programa nacional da sua campanha à comunicação social, Manuel Alegre apresentou os objectivos essenciais da sua candidatura. O candidato defendeu uma “economia de rosto humano”, explicando que uma economia em que os lucros são feitos à custa de despedimentos e de exclusão “não serve a democracia nem serve Portugal”.Alegre recordou que por várias vezes afirmou que “há uma constituição não escrita” na Europa, que é a que resulta do Pacto de Estabilidade e Crescimento e das Grandes Orientações da Política Económica, que “impõe a toda a Europa um modelo neo-liberal contra o modelo social europeu” e que “dificulta a existência de alternativas”. “Portugal, disse o candidato, deve estar no centro das decisões mas deve bater-se contra o défice democrático, combatendo a xenofobia e as desigualdades”, pois “precisamos de crescimento, mas com coesão”. Alegre responsabilizou Cavaco Silva como Primeiro Ministro e Mário Soares como Presidente da República pelos dez anos em que se seguiu um modelo económico errado, com muito betão e pouca qualificação. Alegre recordou ainda as posições críticas que, na altura própria, na Assembleia da República, fez a Cavaco Silva.
Manuel Alegre Blog Algarve Jovem


1 Comments:
juanita
gracias para este blog esto es realmente interessant
buena continuación
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Anónimo, at 8:09 da manhã
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