Candidatura Alegre Presidente - Algarve Jovem

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Alegre e a "virtude da decência"

A campanha eleitoral do candidato Manuel Alegre abriu oficialmente "à mesa das letras".(...)Manuel Alegre lembrou Miguel Torga a quem muitas vezes ouviu dizer: "Temos que ser contra isto, para ser por isto". É, de certa maneira, aquilo que estamos a fazer. Estamos a ser contra isto, para ser por isto: a ser contra os poderes ilegítimos que se sobrepõem ao poder democrático, contra a falta de transparência na vida política, contra a mistura entre negócios e política".
A campanha eleitoral do candidato Manuel Alegre abriu oficialmente "à mesa das letras". Ao jantar foi apresentado o hino oficial de campanha, "Livre e fraterno, Portugal cantado por Paulo de Carvalho, que foi apenas um dos convidados. Foram vários os convidados, uns presentes outros convocados. Manuel Alegre lembrou Miguel Torga a quem muitas vezes ouviu dizer: "Temos que ser contra isto, para ser por isto". É, de certa maneira, aquilo que estamos a fazer. Estamos a ser contra isto, para ser por isto: a ser contra os poderes ilegítimos que se sobrepõem ao poder democrático, contra a falta de transparência na vida política, contra a mistura entre negócios e política". Este é um combate que o candidato quer fazer a partir de Belém e para o qual se diz portador de uma arma rara: "O Presidente da República tem que garantir não só as regras formais da democracia, mas a saúde da democracia e a decência da democracia. A decência em política é hoje em si mesmo uma virtude, é hoje uma necessidade e uma urgência".
Manuel Alegre Blog Algarve Jovem

5 Comments:

  • Razões de Alberto João Jardim
    para NÃO VOTAR CAVACO SILVA

    "Cavaco Silva é um tecnocrata, um político muito caloiro. Vejo nele um bom ministro, mas não lhe reconheço capacidade para chefiar um governo"
    1982, AGOSTO

    "Não é fácil esta relação financeira com o governo da República [chefiado por Cavaco]. Pensar que vai aparecer um primeiro-ministro, seja de que partido for, a dizer que está perdoada a dívida da Madeira, sem mais nem menos, isto é acreditar que o Céu vai transferir-se para a Terra. Isso não vai acontecer, Não acredito no
    perdão da dívida".
    1991, NOVEMBRO

    "A ida do prof. Cavaco para Belém seria nociva ao País e ao PSD"
    1993, NOVEMBRO

    "Não é com as caras de ministros do último governo de Cavaco Silva que se vai fazer a renovação do PSD"
    1996, JANEIRO

    "Marcelo está a conduzir bem o partido. Isso não podia continuar num certo dogmatismo e na teimosia política que marcou desastrosamente os últimos dois anos do cavaquismo"
    1996, DEZEMBRO

    "Para voltar aos tempos do cavaquismo, só por cima do meu cadáver. Os
    fantasmas do cavaquismo não assustam, têm é de ser exorcizados de vez"
    1996, DEZEMBRO

    "As nossas lutas [pela autonomia] tiveram obstacularização dentro do nosso partido no tempo de Cavaco Silva e dos seus colegas de direcção"
    1998, FEVEREIRO

    "Se é para voltar ao cavaquismo, serei oposição dentro do partido"
    1999, MARÇO

    "Ele [Cavaco] não gosta muito da minha maneira de fazer política, pois
    enquanto esteve no poder nunca me convidou para colaborar em qualquer
    actividade partidária. Não me fez falta nenhuma".
    2000, ABRIL

    "É natural que eles queiram ver-se livres de mim. Dentro do PSD cavaquista não morrem de amores por mim"
    2001, OUTUBRO

    "Só o facto de Cavaco Silva não gostar que ele seja o líder do PSD é mais uma razão para eu apoiar Santana Lopes"
    2004, JANEIRO

    "Se Santana Lopes não avançar para Belém , Cavaco Silva não terá caminho livre".
    2004, MAIO

    "Não gostava de ver Cavaco Silva como candidato do PSD à Presidência
    da República"
    2004, OUTUBRO

    Cavaco Silva teve um comportamento "inqualificável" e proferiu declarações que "prejudicam o PSD e causam instabilidade no país (…) Em democracia os maus políticos são aqueles que são rejeitados pelo povo (…) o povo já o rejeitou numas eleições presidenciais".
    2004, DEZEMBRO

    Cavaco Silva “é um homem do sistema (…) Não espere que alguém do partido na Madeira se levante cedo para ir pedir os votos nele”.
    2004, DEZEMBRO

    "Estou farto deste PSD e ideologicamente num campo oposto às opções
    neoliberalistas e cavaquistas".
    2005, FEVEREIRO

    [Como Cavaco] "diz que a Constituição não é um problema do País, ninguém levanta aqui o rabo da caminha para trabalhar para o cavalheiro" [nas eleições presidenciais]
    2005, JUNHO

    “A atitude do professor Cavaco justifica a abertura de um processo disciplinar que, se houver vergonha, culmina com a expulsão do senhor Silva”.
    2005, FEVEREIRO

    Cavaco Silva “apesar de ter uma maioria absoluta, deixou as Forças Armadas e as forças de segurança no estado subversivo em que se encontra. Deixou a Educação no estado decadente e sem valores em que se encontra, a justiça com a falta de credibilidade que tem. E a cultura foi o que se viu. Nas áreas que eram essencialmente políticas não mexeu uma palha”.
    2005, AGOSTO

    By Anonymous Anónimo, at 4:01 da tarde  

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