Manuel Alegre garante que não "obedece às ordens" de Soares
Manuel Alegre não quis ontem comentar as declarações de Mário Soares que defendeu a sua demissão do PS, seguindo o exemplo de Salgado Zenha. Soares reafirmava, anteontem em Coimbra, que Alegre tinha sido "rejeitado" pelo PS. "Não comento mais comentários do dr. Mário Soares. Não estou a fazer a sua campanha e não faço aquilo que ele quer", vincou Alegre. "Se o dr. Mário Soares está com dificuldades, vai ter de aguentar com elas".
O candidato à Presidência da República acabaria, contudo, por realçar que o antigo primeiro-ministro tem vindo a utilizar "uma palavra desagradável" a seu respeito, como "rejeição". "Se tivesse sido rejeitado pelo PS, com certeza que não tinha o apoio que encontro em todo o lado", disse. "Não obedeço às ordens, instruções ou desejos do dr. Mário Soares". Alegre iniciou ontem uma acção de campanha na terra natal, Águeda, onde inaugurou a "mais queridas das sedes", instalada na rua baptizada com o nome do avô materno. Um momento que serviu para, de alguma forma, abordar a questão de Soares, antes de ser confrontado pelos jornalistas. O candidato frisou que a entrega das assinaturas da sua candidatura representou "um acto de liberdade e coragem" e que "nada mais ficará na mesma" na política. "Não há donos dos partidos políticos, dos cidadãos, da República e muito menos dos votos e das consciências", acrescentava. Manuel Alegre está confiante na passagem a uma segunda volta. "Se chegar a Belém, chegarei com o povo". O candidato passeou pelas ruas da baixa e pelo mercado municipal, reencontrando "velhos" companheiros de escola e caras conhecidas. Distribuiu abraços, apertos de mão, beijos, na companhia de apoiantes que traziam um discreto autocolante ao peito. Recebeu votos de "felicidades". "Há sempre alguém que diz não", disse-lhe um apoiante com um forte aperto de mão. "O senhor tem um grande apoio", ouvia-se. "Tenho uma fotografia tirada consigo no 25 de Abril", lembrava-lhe uma senhora. Antes de partir para Aveiro, Alegre adiantou que tenciona terminar a campanha em Águeda. "Foi aqui que aprendi os valores que estão na origem da minha candidatura: a república, a democracia, a pátria", explicou.
O candidato à Presidência da República acabaria, contudo, por realçar que o antigo primeiro-ministro tem vindo a utilizar "uma palavra desagradável" a seu respeito, como "rejeição". "Se tivesse sido rejeitado pelo PS, com certeza que não tinha o apoio que encontro em todo o lado", disse. "Não obedeço às ordens, instruções ou desejos do dr. Mário Soares". Alegre iniciou ontem uma acção de campanha na terra natal, Águeda, onde inaugurou a "mais queridas das sedes", instalada na rua baptizada com o nome do avô materno. Um momento que serviu para, de alguma forma, abordar a questão de Soares, antes de ser confrontado pelos jornalistas. O candidato frisou que a entrega das assinaturas da sua candidatura representou "um acto de liberdade e coragem" e que "nada mais ficará na mesma" na política. "Não há donos dos partidos políticos, dos cidadãos, da República e muito menos dos votos e das consciências", acrescentava. Manuel Alegre está confiante na passagem a uma segunda volta. "Se chegar a Belém, chegarei com o povo". O candidato passeou pelas ruas da baixa e pelo mercado municipal, reencontrando "velhos" companheiros de escola e caras conhecidas. Distribuiu abraços, apertos de mão, beijos, na companhia de apoiantes que traziam um discreto autocolante ao peito. Recebeu votos de "felicidades". "Há sempre alguém que diz não", disse-lhe um apoiante com um forte aperto de mão. "O senhor tem um grande apoio", ouvia-se. "Tenho uma fotografia tirada consigo no 25 de Abril", lembrava-lhe uma senhora. Antes de partir para Aveiro, Alegre adiantou que tenciona terminar a campanha em Águeda. "Foi aqui que aprendi os valores que estão na origem da minha candidatura: a república, a democracia, a pátria", explicou.
Manuel Alegre Blog Algarve Jovem


3 Comments:
No meu país há um S : de soturno, de sacripanta, de safado, de solidão; é um S que não respeita a liberdade, a poesia, a coragem. É este S que nós Satirizamos, Sorrimos...para não Sofrermos mais
desgostos... Na minha Pátria é preciso fazer reSSurgir o S da Solidariedade e da Saúde para não se continuar a Sofrer... com Saudades do futuro...
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Anónimo, at 1:41 da manhã
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Anónimo, at 5:32 da tarde
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