Forças Armadas "um pouco esquecidas"
O candidato presidencial Manuel Alegre defendeu hoje que a "conflitualidade" existente entre as Forças Armadas e o Governo se deve ao esquecimento a que aquela e outras instituições do Estado têm sido votadas nos últimos anos.
No final de uma visita ao Instituto de Estudos Superiores Militares, Manuel Alegre identificou problemas "não só de natureza remuneratória mas de definição de objectivos" na base da actual "conflitualidade" entre as Forças Armadas e o Governo. De acordo com o deputado e dirigente do PS, que foi recebido pelo director do instituto, o tenente-general Pinto Ramalho, numa visita guiada de menos de uma hora, "essa conflitualidade tem origens várias e vem de trás". "Alguns dos corpos que exercem funções de soberania, não só as Forças Armadas como a Justiça e outras forças, foram um pouco esquecidas no quadro da nossa democracia, a partir de certa altura", criticou, sem precisar que "altura" foi essa. "Acumularam-se problemas que depois criaram tensões e crispações", concluiu, prometendo, se for eleito Presidente da República, contribuir para que esses problemas "sejam ultrapassados", através de um "papel activo" de "atenuador dessas tensões". Manuel Alegre fez questão de elogiar, nessa matéria, o actual Presidente Jorge Sampaio, afirmando que este "tem tido essa preocupação" de atenuar a tensão entre as Forças Armadas e o Governo. TGV Lisboa - Madrid importanteSobre o projecto de alta velocidade ferroviária (TGV) para Portugal, cujos estudos foram hoje apresentados pelo Governo, Alegre apontou a ligação entre Lisboa e Madrid como a "mais importante" e "uma questão estratégica nacional". Para o candidato presidencial, essa ligação que integrará Portugal "na rede europeia" de TGV será determinante para o país "vencer a periferização", bem como "um aeroporto internacional que não deixe Lisboa satélite de Madrid, independentemente da apreciação que se faça da sua escolha". Manuel Alegre defendeu ainda que Portugal deve ter "um porto de águas profundas" e, quanto à ligação entre Lisboa e o Porto, considerou "um bocado absurdo separá-la em vários apeadeiros". Questionado sobre a falta de meios reclamada pela Polícia de Segurança Pública (PSP), a propósito da morte de um agente no Algarve, Alegre disse não conhecer "suficientemente esse problema" e salientou que "faltam meios em muito lado". "Às forças de segurança e às Forças Armadas não devem faltar meios, nem devem faltar meios aos hospitais", acrescentou, contudo, embora sublinhando a importância das "pessoas" para o funcionamento das instituições e lembrando as condições dos militares na guerra colonial.
Manuel Alegre Blog Algarve Jovem
No final de uma visita ao Instituto de Estudos Superiores Militares, Manuel Alegre identificou problemas "não só de natureza remuneratória mas de definição de objectivos" na base da actual "conflitualidade" entre as Forças Armadas e o Governo. De acordo com o deputado e dirigente do PS, que foi recebido pelo director do instituto, o tenente-general Pinto Ramalho, numa visita guiada de menos de uma hora, "essa conflitualidade tem origens várias e vem de trás". "Alguns dos corpos que exercem funções de soberania, não só as Forças Armadas como a Justiça e outras forças, foram um pouco esquecidas no quadro da nossa democracia, a partir de certa altura", criticou, sem precisar que "altura" foi essa. "Acumularam-se problemas que depois criaram tensões e crispações", concluiu, prometendo, se for eleito Presidente da República, contribuir para que esses problemas "sejam ultrapassados", através de um "papel activo" de "atenuador dessas tensões". Manuel Alegre fez questão de elogiar, nessa matéria, o actual Presidente Jorge Sampaio, afirmando que este "tem tido essa preocupação" de atenuar a tensão entre as Forças Armadas e o Governo. TGV Lisboa - Madrid importanteSobre o projecto de alta velocidade ferroviária (TGV) para Portugal, cujos estudos foram hoje apresentados pelo Governo, Alegre apontou a ligação entre Lisboa e Madrid como a "mais importante" e "uma questão estratégica nacional". Para o candidato presidencial, essa ligação que integrará Portugal "na rede europeia" de TGV será determinante para o país "vencer a periferização", bem como "um aeroporto internacional que não deixe Lisboa satélite de Madrid, independentemente da apreciação que se faça da sua escolha". Manuel Alegre defendeu ainda que Portugal deve ter "um porto de águas profundas" e, quanto à ligação entre Lisboa e o Porto, considerou "um bocado absurdo separá-la em vários apeadeiros". Questionado sobre a falta de meios reclamada pela Polícia de Segurança Pública (PSP), a propósito da morte de um agente no Algarve, Alegre disse não conhecer "suficientemente esse problema" e salientou que "faltam meios em muito lado". "Às forças de segurança e às Forças Armadas não devem faltar meios, nem devem faltar meios aos hospitais", acrescentou, contudo, embora sublinhando a importância das "pessoas" para o funcionamento das instituições e lembrando as condições dos militares na guerra colonial.
Fonte: Lusa
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4 Comments:
Lésbica, monástica e comunista
http://great-portuguese-disaster.blogspot.com/
A convite deste espaço, brevemente, teremos a colaborar, entre nós, a Irmã Antónia, do Carmelo de Santa Perpétua de Tusa.
Farta do voto de silêncio, decidiu voltar a teclar.
Cavaco, NÃO!...
Maria!?... NUNCA MAIS!...
E é, ou não é verdade, que, em qualquer blogue, uma freira comunista fica sempre bem?...
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Arrebenta, at 4:45 da tarde
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Anónimo, at 3:35 da manhã
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Anónimo, at 4:48 da tarde
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