Candidatura Alegre Presidente - Algarve Jovem

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Alegre acusa RTP, SIC e TVI de discriminarem a sua candidatura

O candidato presidencial Manuel Alegre acusou hoje a RTP, SIC e TVI de discriminarem a sua candidatura, avisando que não vai permitir "batota" durante a campanha. "Nas três televisões somos os que menos tempo de antena e menos notícias temos", disse Manuel Alegre, no final de um almoço com simpatizantes em Castelo Branco.
Para sustentar esta afirmação, Alegre aludiu a um estudo, cuja autoria não especificou, embora se tenha referido a uma empresa especializada. Afirmando não estar a fazer "queixinhas", o candidato exigiu o cumprimento da lei. "Comigo não brincam, vamos entrar em campanha, há leis em Portugal e vão ser para cumprir. E se não houver em Portugal há na União Europeia e vão ser para cumprir", disse. "Não vai haver batota", acrescentou. Apesar de afirmar que a sua candidatura é a menos noticiada pela RTP, SIC e TVI, Alegre comparou com os debates televisivos, garantindo que foi dos candidatos mais vistos. "Nos debates somos os mais vistos. Isto quer dizer que a nossa candidatura é a que provoca mais curiosidade e mais expectativa", concluiu. O candidato presidencial esteve hoje em Castelo Branco, onde visitou uma indústria de equipamentos eléctricos de controlo de cablagens, inaugurou a sede de candidatura e almoçou com apoiantes.
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Alegre defende fundos comunitários para progresso do interior

O candidato considera a desertificação como «um dos mais graves problemas do País».
O candidato presidencial Manuel Alegre defendeu, terça-feira, uma «justa repartição dos fundos comunitários» nas áreas do desenvolvimento rural e agricultura. Alegre discursou perante simpatizantes, na inauguração da sede de campanha em Castelo Branco.
O candidato abordou vários temas e salientou o facto dos dinheiros comunitários terem sido mal aplicados «em dez anos de Cavaco Silva como primeiro-ministro e Mário Soares como Presidente da República». Para Alegre, houve «muito betão, mas pouca qualificação» e por isso, avisa, essa situação «não pode voltar a repetir-se». Para evitar que «haja de novo fortunas fáceis», Manuel Alegre propõe que os fundos sejam orientados «no combate à desertificação do interior», que considera como «um dos mais graves problemas do País». O dirigente socialista aludiu aos 23 milhões de euros conseguidos por Portugal para o período 2007-2013, «500 milhões de euros por ano para o desenvolvimento rural e 600 milhões para a agricultura». No final, em declarações aos jornalistas, Manuel Alegre afirmou que, no caso de vencer as eleições, será o Presidente da República que menos problemas criará ao Governo. O candidato diz que não pretenderá «governar a partir da presidência», nem «dar-lhe (a José Sócrates) lições de política». O candidato questionou ainda a razão da candidatura de Mário Soares, já que se candidatou com o pretexto de «ajudar a resolver a crise do País» e «agora reduz a nada os poderes do Presidente da República».
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"Governamentalização" da Presidência da República, caso Cavaco Silva seja eleito

Alegre diz que adversário quer "governamentalizar" presidência
Manuel Alegre alertou ontem, na inauguração da sede de candidatura nas Caldas da Rainha, para o perigo de "governamentalização" da Presidência da República, caso Cavaco Silva seja eleito, em resposta à sua proposta de criação de uma secretaria de Estado para acompanhar as empresas estrangeiras instaladas em Portugal, em entrevista ao Jornal de Notícias.
"A proposta interfere claramente em assuntos que são da esfera executiva, que competem ao Governo. Quando diz que vamos todos remar para o mesmo lado, está-se a ver no papel de timoneiro e comandante supremo do regime", criticou Alegre, que quer ver eliminado este risco de "desvirtuamento do regime político, democrático e constitucional". Alegre passeou pelo centro histórico das Caldas, e almoçou de seguida com algumas dezenas de apoiantes num hotel da cidade. No encontro, disse não perceber por que Mário Soares se candidata, uma vez que alega ser por um desígnio nacional, para salvar o país da crise, mas "reduz a quase nada os poderes do Presidente". "Será um corta-fitas", disse, lembrando que Soares chegou a apoiá-lo e a dizer um "basta" à política activa. Manuel Alegre vincou o "carácter transversal" da sua candidatura, que diz ser a única verdadeiramente independente: "Um candidato diz que é suprapartidário mas está dependente da máquina dos dois partidos que o apoiam, e o outro diz que a sua candidatura é nacional mas está muito ligado ao aparelho do partido que o apoia". Crítica aos que lucram com despedimentos Em termos económicos, salientou a necessidade de desenvolvimento da capacidade produtiva nacional, através da qualificação das pessoas e de formação permanente. "Acho que são as empresas que criam riqueza, mas têm que ter responsabilidade social", explicou, defendendo um "Estado estratega" que defina as metas e objectivos sociais e nacionais, e que supra as falhas de mercado. Alegre criticou ainda o actual modelo económico, que leva, diz, as empresas portuguesas a apresentarem lucros pelo corte de pessoal e não privilegia a criação de postos de trabalho. O candidato lembrou que a campanha eleitoral vai entrar numa fase mais intensa, garantindo que não mudará o seu estilo, sem ataques pessoais aos outros candidatos. "Mantenham nervos de aço para o que vai haver, porque esta candidatura incomoda o sistema estabelecido e está a deixar atrapalhados aqueles que julgam que são donos da política e da República". Alegre prometeu defender "a esquerda dos valores e não a esquerda dos interesses obscuros e ilegítimos". "Comigo [eleito] o poder económico não se sobreporá ao poder democrático", afirmou. Defendeu ainda a que Portugal seja uma capital da lusofonia, pelo reforço dos laços com os países de língua oficial portuguesa, de modo a ter mais peso no seio da União Europeia. Alegre quer a "dignificação e valorização" do ensino público, feita em consonância com os professores, e um pacto económico e social, que reúna governo, partidos e associações sindicais e patronais. Uma ideia sua que foi "apropriada" por Cavaco no debate televisivo com Soares. "Não podemos perder esta oportunidade. Vamos passar à segunda volta e vencer as eleições", disse Alegre.
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terça-feira, dezembro 27, 2005

“Há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não!!!”

Pacman, Mandatário Nacional da Juventude
Quando cantei/rimei a “Trova do Vento Que Passa”, num dos “trabalhos” que mais prazer me deram realizar no ano que está prestes a findar, nunca poderia imaginar que meses depois iria ser convidado para apoiar Manuel Alegre na sua candidatura à Presidência da República. Não conhecia o poema, nem tinha ouvido a(s) canções(s) que o musicaram, mas senti-o automaticamente. E a poesia, a música, as pessoas, como quase tudo na vida, ou se sentem, ou não se sentem. É muito simples. Não existem teorias que pretendam sustentar critérios de avaliação de qualidade que me valham nesse sentido. “A Trova…” - cujo valor importantíssimo enquanto canção de luta e intervenção na história do combate ao fascismo só viria a descobrir mais tarde – mantém-se tão actual em 2005 como o era em 1965. Trata de sentimentos universais, de Pátria, da defesa da liberdade de pensar, sentir, opinar, que deveria ser um dado adquirido na nossa sociedade, e acima de tudo, do direito a dizer NÃO sempre que os poderes instituídos nos tentem anular enquanto seres humanos pensantes, activos e livres. Foi exactamente o que Manuel Alegre fez ao corajosamente avançar com a sua candidatura depois de todas as sórdidas jogadas de bastidores que o tentaram travar. Disse NÃO às instituições e SIM a um povo descontente e cansado que, ao mostrar o seu apoio ao candidato das mais variadas formas, confirmou a urgência da sua acção, vindo a dar o empurrão necessário, se dúvidas restassem, para a oficialização da candidatura. E assim, contra uma austeridade parca de ideias e sensibilidade humana de um lado e uma tentativa de reanimação de um guerreiro nobre mas obviamente desfasado dos tempos que correm, do outro, surgiu finalmente uma opção credível, renovadora e necessária. A única lógica e possível. Sente-se. E só depende de nós para que passe de hipótese a certeza.
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O meu voto










Chegou o Natal. É tempo de festa, de família, de amizade e de partilha. Espero que estes dias representem, para todos nós, um momento de paz e harmonia. A quantos se têm dedicado a fazer desta candidatura uma corrente de afectividade e alegria e aos que pelos mais diversos meios me têm estimulado neste combate, agradeço do coração. E a todos os que querem para o nosso país um futuro mais livre, mais justo e mais fraterno, desejo um bom 2006, sob o signo da esperança, da solidariedade e da confiança no futuro.
[Manuel Alegre, 23.12.2005]

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segunda-feira, dezembro 26, 2005

O dia em que Manuel Alegre foi a casa

Um dia com... Manuel Alegre
O candidato no centro do seu quadrado: em Águeda, o "Manel" não esteve sozinho.
É jazz que se ouve quando sobe a rua das lojas na manhã de um sábado de Dezembro. Não vai sozinho, apesar de colado à imagem de 'lutador solitário'. Candidato independente, suprapartidário, sem o apoio de um partido ainda que pertença à comissão política do que governa, apresenta-se "livre, justo, fraterno" e contra o sistema a que, afinal, pertence. Por via desse pioneirismo, vaticina, haverá de marcar a História, ou "fazer História", expressão cara ao deputado/escritor que se revê na épica e lírica camonianas. Épico, lírico, solitário? Ou estas classificações não passam de poesia quando em causa está a luta política? Por agora, refere, "criou um facto político". Sobe a rua e as bandeiras assinalam-no. "Portugal de Todos", lê-se em fundo azul ou branco. São mais um ponto de cor entre decorações de Natal. Segue animado pelo jazz que continua a ouvir-se, a dar música a este seu tempo político, mas não se estranharia que fosse o jazz a servir de base às palavras que escreveu num recente tempo poético, em O Quadrado (D. Quixote) "Não sei ao certo em que guerra estou. (...) Por vezes pegam no megafone e dão-me ordem de rendição: Estás sozinho, dizem. És um soldado sozinho numa guerra que há muito está perdida. [...] Defendo este reduto. É o meu quadrado. (…) Por isso não me rendo. Por mais que me intimem e me intimidem continuarei a resistir. Um homem não se rende." Soares recordou essas palavras no debate entre ambos, atribuindo-lhes um sentido político que tantos outros também lhes vêm dando desde que o livro foi editado em Setembro, quando ainda não tinha anunciado a candidatura. Alegre, que gosta de "separar a vida política da actividade de escritor", limitou-se a dizer que se tratava apenas de um texto poético e afirmou: "Hoje há muita gente no meu quadrado." Agora não sobra tempo para a poesia. A candidatura alterou-lhe as rotinas. "Os dias, passo-os a pensar nisto." Mãos nos bolsos do sobretudo azul, óculos de sol castanhos, sorri, como que resignado a uma condição que lhe retirou tempo para escrever algo além de intervenções, e para outras leituras que não as de jornais e sínteses de documentos. Está na terra onde nasceu e vai distribuindo abraços e beijos a velhos conhecidos que o saúdam pelo nome próprio. Em Águeda, ele é 'o Manel', antes de político, escritor ou candidato. Os músicos que o acompanham tocam clássicos em notas previsíveis, tentando evitar que o concerto reflicta os tropeções a que os instrumentos são sujeitos. Jazz para uma campanha de rua não é coisa de todos os dias. E a banda segue Alegre que cumprimenta quem o chama na barbearia, os que acenam à porta da loja de tecidos ou quando faz um desvio para mostrar a casa onde nasceu. "Ó Joquinha anda cumprimentar o nosso presidente; é o poeta da terra!" ouve-se junto aos Bombeiros. O Joquinha vem, vermelho de vergonha, e Alegre espera e cumprimenta. O mesmo Alegre que não disfarça o constrangimento quando alguém o evita, ainda que mantenha o sorriso e pose altiva. Tal como o Joquinha, "é um homem tímido", justifica o staff. Mas estar em campanha é correr riscos, e escutar o que não se quer ouvir nem é dos maiores. De resto, resume o próprio, há que "levantar todos o dias muito cedo, ir a muito sítios, inaugurar muitas sedes, participar em almoços e jantares, contactar com as pessoas. E tenho de reunir muito, porque muitas decisões passam por mim. É viver integralmente a campanha". Saiu de casa, em Lisboa, pelas oito da manhã e chegou a Águeda antes da hora marcada para a passeata. "Tentamos sempre ser pontuais", precisa a mulher, Mafalda, um rosto que as câmaras vão mostrando sempre ao lado de Alegre desde que anunciou a candidatura. "Achei que devia dar todo o apoio ao meu marido nesta decisão". Leva uma rosa vermelha na mão e quer passar discreta entre os microfones. "É ele o protagonista". Afinal, não é por ela que chamam os locais, ainda que os de fora se demorem a fazer-lhe o retrato. Não são muitos os que o seguem, mas bastantes os que o solicitam. "Ó Manel, 'tá aqui uma senhora que quer cumprimentá-lo!"; "Ó Manel, vem aqui que a Agustinha 'tá cansada!". Alegre quer responder a todos. Já participou em muitas campanhas e sabe o custo de um esquecimento, uma distracção, um sorriso menos aberto. Esta, no entanto, é especial. "Concorrer à Presidência é diferente. Envolve-me directamente e a todos os que confiarem em mim". O dia foi rico em farpas a Soares, ainda que este seja um nome que não consta no discurso. Questão de estilo. Afinal, Soares é figura presente e personagem nada secundária no capítulo Alegre, candidato à presidência. Foi a Águeda inaugurar mais uma sede de campanha, um casarão cor de rosa na rua que leva o nome do avô - Manuel Alegre, como ele -, "a mais querida de todas as sedes", bem perto da escola primária onde aprendeu "a jogar à bola e a gramática e o português" que hoje sabe. Aponta companheiros de então entre os que ouvem aquele que é o primeiro discurso do dia, uma plateia sem vedetas nem dirigentes partidários, que se acotovela numa assoalhada da casa para o escutar a falar de afectos, da defesa da língua, da legitimidade em permanecer no PS, mesmo concorrendo fora dele, porque "não há donos de partidos". Sublinha isso e a ausência de uma máquina partidária que sustente os custos da campanha. Dá exemplos, deita contas ao preço de um outdoor e multiplica-o pelo mínimo de cartazes que precisa para se mostrar. "Uma fortuna". E, já com as primeiras notas da Trova do Vento que Passa audíveis, conclui "Não temos dinheiro, temos a alegria". No entusiasmo, anuncia para Águeda o final da campanha. "Foi aqui que anunciei a candidatura; é aqui que quero encerrá-la." Demora-se em Águeda, alonga-se no discurso durante um almoço de apoiantes em Cacia e atrasa-se para a inauguração da sede em Aveiro. A sala enche para o ouvir falar dos mesmos temas pela terceira vez no dia. Há caras novas, mas a maioria acompanha-o desde manhã. E continua a aplaudir o homem que fala de uma "nova estratégia para Portugal" com o tom de quem diz um poema. O senhor das grandes estiradas em jornada pelo país azul Se chegar a Belém, diz que chega com o povo. Cita Allende, mas também Sophia e Torga, recorda Rimbaud e repete palavras como "pátria","língua" e "alma" para compor a mensagem que quer transmitir: é o senhor de um "nova estratégia nacional". Pintou a campnha de azul, a cor que associa a Portugal. Pelo Atlântico, justifica, e não pela monarquia, apesar do respeito manifesto por alguns reis. Como hino, escolheram por ele "A trova do vento que passa"; não é o oficial, mas toca como se fosse. Os sons Há notas que persistem, e que sobretudo o silêncio que as antecede faz adivinhar. Sempre que Manuel Alegre entra numa sala, a expectativa é a de ouvir A Trova do Vento que Passa. Se faltar a aparelhagem, recorre-se à voz e no mínimo murmura-se esse poema que o tempo que passa mostrou ser indissociável do nome de Manuel Alegre, uma canção coimbrã, tornada hino não-oficial de campanha. Poder-se-ia dizer demasiado nostálgico ou saudosista quando o que está em jogo é o futuro. Mas não será a esses sentimentos que o candidato quer ir buscar força para chegar a Belém? É vê-lo entrar no restaurante em Cacia -- terra mais conhecida pela capacidade que tem de despertar o olfacto do que pelos seus bons paladares -- e olhar para os rostos que o recebem, ao som das vozes de Coimbra a sair das colunas. Os punhos levantam-se e há lágrimas em alguns olhos. Com a música, as palavras conseguem melhor efeito sobre os sentidos. Emoção é o que se quer e emoção é o que se tem. Que mais pode querer um candidato a Presidente da República? Talvez que a emoção que essa trova ainda desperta se multiplique em votos.
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"Nunca me deixei ser empurrado"

Manuel Alegre em entrevista ao JN
Ciente de que só passará à segunda volta "se uma grande parte do PS" votar nele, diz que Sócrates terá mais sossego com ele em Belém do que com outros candidatos, e que o Governo nada deve temer se não violar a Constituição e se cumprir o programa eleitoral, o que não aconteceu com o caso dos impostos. Teria enviado ao Tribunal Constitucional o diploma da caducidade das contratações colectivas, e garante que poderá dançar em campanha.
Clique aqui e leia a versão integral da entrevista de Manuel Alegre ao JN

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Leilão de arte na net para angariar fundos









Galeria de Arte da candidatura no site oficial de Manuel Alegre

Visite a galeria e participe no leilão
A Galeria de Arte da candidatura de Manuel Alegre tem recebido licitações para o leilão de obras de arte, tendo sido adjudicadas as primeiras três peças no dia 23 de Dezembro.



Leilão de angariação de fundos - Obras de Arte
As obras de arte podem ser oferecidas pelos autores ou por terceiros, não vinculando, neste caso, os respectivos autores.
As ofertas de peças para leiloar devem ser feitas através do endereço: leilao@manuelalegre.com
As obras de arte são colocadas em leilão através da Internet, no site da candidatura de Manuel Alegre ( www.manuelalegre.com ), com fotografia, autor, título, descrição ( técnica e dimensões ), valor comercial e base de licitação.
As licitações podem ser feitas por mail para o seguinte endereço electrónico: leilao@manuelalegre.com.
As licitações são endereçadas à candidatura de Manuel Alegre, à atenção de Manuela Júdice. Deve ser indicado o preço de compra proposto pelo licitador, bem como o respectivo contacto.
As adjudicações serão feitas semanalmente, pelo melhor preço, até às 24.00 horas de cada sexta-feira. Serão tidas em contas as licitações que tenham dado entrada na candidatura até 30 minutos antes do fecho.
A candidatura informará os adjudicantes da sua decisão, colocando no site o valor adjudicado. Será mantida a confidencialidade do adjudicante, se esse for o seu desejo.
Dos valores apurados no leilão, a serem depositados na conta bancária da candidatura, serão emitidos recibos de quitação aos adjudicatários.
O pagamento das opções licitadas deve ser feito no prazo de 3 dias úteis após a confirmação da licitação. Pode ser feito em cheque à ordem de 'candidatura Manuel Alegre' ou através de transferência bancária para a conta bancária da candidatura: NIB 0010 0000 3601 7130 001 3 8.
O levantamento das obras licitadas e pagas é feito na sede nacional da candidatura, R. Marquês de Fronteira, nº8, 1º andar, em Lisboa, no prazo de uma semana após a recepção do respectivo pagamento.
Caso o pagamento não seja feito em devido tempo, a obra será licitada à segunda melhor oferta. Caso tal não se verifique, a obra será reposta em leilão na semana seguinte.
O maior lance para cada peça será inscrito no site, junto das outras informações sobre a mesma. Esta informação será actualizada diariamente.
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quinta-feira, dezembro 22, 2005

Exclusão inadmissível

A porta-voz da candidatura, Inês Pedrosa
1. Nos termos do artigo 113º da Constituição da República, as campanhas eleitorais regem-se pelos princípios da liberdade de propaganda, da igualdade de oportunidades no tratamento das diversas candidaturas e da imparcialidade das entidades públicas.
2. Na noite do dia 20 de Dezembro e imediatamente a seguir ao último debate entre candidatos, a RTP1 decidiu promover, em directo, um balanço das presidenciais no programa “Estado da Nação”. O painel, aparentemente composto com base na representação parlamentar, representava, de facto, quatro das cinco candidaturas presidenciais já formalizadas junto do Tribunal Constitucional. Assistimos assim a uma manifesta exclusão da candidatura de Manuel Alegre do espaço de debate público a que constitucional e legalmente devia ter acesso. Um dos comentadores (membro da comissão de honra de um dos candidatos) chegou mesmo a criticar esta candidatura, na ausência de quem quer que fosse que a pudesse defender.
3. Com esta omissão, a RTP1, estação pública de televisão, violou flagrantemente as regras constitucionalmente consagradas da igualdade de oportunidades e do tratamento imparcial que como entidade pública devia observar e a que está legalmente obrigada.
4. Ninguém entende por que é que a RTP excluiu esta candidatura. Chamamos a atenção de quem de direito. E alertamos os cidadãos para esta violação grosseira das regras elementares do combate eleitoral, apelando à sua mobilização cívica para exigir que seja respeitado o pluralismo e a autenticidade da própria democracia.
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“A igualdade é uma bandeira desta candidatura”


















Manuel Alegre em almoço na Cervejaria Trindade
“Enquanto houver discriminação, a democracia portuguesa será incompleta”, afirmou Manuel Alegre, hoje, durante o almoço da Igualdade, na Cervejaria Trindade, em Lisboa. “Esta é uma bandeira da minha candidatura”, continuou Alegre, recebido calorosamente numa casa cheia.
“Já mudámos a política” disse Manuel Alegre, pois “esta candidatura gerou um movimento cívico de amplitude nacional”. O candidato considerou que “esta é uma oportunidade única de renovar a política e a democracia portuguesa” e concluiu que “não podemos desperdiçar esta oportunidade”, apelando à transformação deste movimento “num movimento imparável contra o conformismo, o cinzentismo, a resignação e a abdicação”. “Com humildade democrática mas com confiança e sentido de responsabilidade”, Alegre afirmou que “a vitória é possível, não só na primeira, como na segunda volta”, levando a plateia a fortes aplausos e a palavras de incentivo: “Viva a liberdade, vota Alegre com vontade”. “Está nas nossa mãos, continuo Alegre, “fazer renascer a esperança” com esta candidatura “que se diz no plural”. A luta pela igualdade entre homens e mulheres e a palavra “vitória” marcaram o discurso de Manuel Alegre. O candidato afirmou que pretende agir junto das estruturas políticas, económicas e sociais para concretizar a igualdade na vida, pois ela é uma “condição fundamental da cidadania e da democracia”. O candidato sublinhou que para Portugal se tornar mais competitivo na Europa e no Mundo precisa de mudar o que faz mudar, a qualificação, educação, a cultura. “Cabe à representação externa, disse, mostrar a dimensão patriótica da história, da cultura e da grande língua portuguesa, que foi, é, e continua a ser a grande marca de Portugal.”
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Alegre confirma segunda posição, indecisos aumentam

Alegre confirma-se como o segundo candidato mais votado, superando Soares, com 16,2% das intenções de voto, a duas semanas do arranque oficial da campanha.
Cavaco mantém a primeira posição, com 57,8% e Mário Soares a terceira, com 14,8%. Estas são as projecções de uma sondagem da Marktest para o DN e TSF, hoje divulgada. Apesar dos apelos à desistência de altos dirigentes do PS, o candidato Manuel Alegre confirma assim a razão de ser e o espaço da sua candidatura, bem como a capacidade de mobilização transversal e intergeracional, com destaque para os jovens. Os números apontam para uma subida dos indecisos, que chegam a 21,6%, contrariando a tendência normal de diminuição com a aproximação das eleições. É esta agora a grande tarefa da candidatura de Manuel Alegre: demonstrar que é possível disputar eleições e mudar a política, a partir do apoio dos cidadãos, sem qualquer máquina partidária por trás, em nome da verdade, da liberdade e do amor a Portugal.
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"a palavra certa de um Presidente pode ajudar a mudar a vida"

Manuel Alegre entende que o facto de ser escritor e de "saber o efeito mágico da palavra" é uma mais-valia da sua candidatura a Presidente da República. Isto porque "pela palavra certa e justa um Presidente da República pode ajudar a mudar a vida", justificou.
Foi desta forma que o candidato a Belém rematou a sua intervenção feita ontem à noite num jantar em Monte Abraão (no centro paroquial da freguesia), em Queluz, com pouco mais de uma centena de apoiantes ligados ao desporto e à cultura. Numa iniciativa de pré-campanha que aparentou ser mais um encontro de amigos, Manuel Alegre não se desviou muito daquilo que tem proclamado ao longo das últimas semanas. Frisou a "falta de uma visão estratégica" para o país e de um "pensamento nacional" - insistiu no "défice de portugalidade" - e sublinhou que Portugal "tem de subir ao pódio na educação, no desenvolvimento e na capacidade de competir em muitos domínios". Reafirmando que "antes de ser europeísta" é "sobretudo português", o candidato a Presidente da República respigou uma das bandeiras da sua pré-campanha: "Não quero que Portugal seja cada vez mais periférico, quero que recupere o espírito quinhentista". Para tal, advogou, o país necessita de um chefe de Estado que possua uma "visão global dos problemas" e uma "capacidade de imaginar e ajudar a fazer história". Em suma, continuou, um Presidente "que dê valor à cultura, à história, que compreenda que Portugal não conta muito na economia de mercado, mas conta muito na cultura, na história e sobretudo na língua". As palavras de Alegre arrancaram aplausos, tendo o mesmo acontecido quando o candidato voltou a criticar o modelo de desenvolvimento das últimas três décadas. "O 25 de Abril foi uma revolução vitoriosa, mas o modelo de desenvolvimento dos últimos 30 anos está esgotado", afirmou, apontando a necessidade de apostar na coesão social, em políticas de emprego, na "formação das pessoas" e na "inovação social". Neste âmbito, o candidato resgatou uma das propostas que constaram do seu programa de candidatura à liderança do PS: a defesa do Estado estratega, que, notou, "define horizontes, metas e objectivos nacionais" porque não se restringe a ser um instrumento "regulador do mercado". Contudo, logo a seguir, Alegre quis separar as águas, sublinhando que não aspira a "governar a partir da Presidência". E acrescentou: "Mas também não me candidato para ser um corta-fitas. Defendo uma magistratura de proximidade e de exigência." Um dia depois de ter estado no Porto, Alegre quis assinalar o efeito da sua passagem pela cidade, anteontem. "Tenho 30 anos de campahas eleitorais, ontem entrei numa rua do Porto e de repente houve uma apoteose", disse, frisando que esta recepção lhe deu a "convicção" de que "pode haver uma surpresa" nas eleições presidenciais. E prosseguiu, em tom de recado para os restantes candidatos da esquerda: "Pode defender-se ideias sem insultar ninguém, sem agredir os outros. É assim que vou estar nesta campanha". Alegre não deixou também de voltar a aludir aos apelos feitos por dirigentes socialistas para os candidatos da esquerda desistirem a favor de Mário Soares: "Por favor não façam mais apelos à desistência de ninguém. No que me respeita, é quase um insulto." Antes de Alegre, Inês Pedrosa e o atleta olímpico Nuno Delgado fizeram breves intervenções, tendo a mandatária por Lisboa realçado que durante a passagem do candidato pelo Porto "não houve um só comentário desagradável para Manuel Alegre". Facto que, frisou a escritora, demonstra que "Portugal é um país de pessoas bem-educadas, com civismo". Entre os apoiantes que se reuniram em Queluz encontravam-se Mário Zambujal, Nuno Júdice, Mário Wilson, António Macedo, Teresa Rita Lopes (mandatária nacional), Lena d"Água, José Fanha, Paulo de Carvalho, Fernando Pinto do Amaral e Tinoco Faria.
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segunda-feira, dezembro 19, 2005

Ao poeta-presidente

Não sei se serás eleito, pouco importa: importante é a rosa que trazes ao peito, a voz que ecoou na noite mais longa da infâmia, o abraço breve a Che, a palavra dada!
É este o homem que se atreve a ser presidente, um simples cidadão simplesmente, ainda por cima poeta -- mas que ousadia e atrevimento! Desafiar o Mostrengo (Cavaco) que duas vezes há-de rodopiar e as voltas do Padre-Eterno (Soares) que nunca foi lá...A Bougie doutro Manuel (Teixeira-Gomes) que tudo mandou bugiar...Porque a política a sério se fez de exílio, lágrimas de Coimbra, passas dos Algarves, saudades do Futuro, sobretudo e muitos moribundos de Peniche perdidos em Tarrafais, ecos surdos de gritos nunca ouvidos, escutem: A rádio Liberdade está no ar! Que raio de país de poetas é este que não sabe votar? Querem um contabilista mandão? Ou um avôzinho da nação? Não, claro que não. Porque há sempre alguém que resiste. Há sempre alguém que vota não.
Dinis Nunes
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Nuno Delgado sobre Manuel Alegre



















“Como no desporto, acredito que ele vai vencer”
“O caminho pode ser difícil, mas, como no desporto, eu acredito que ele vai vencer” afirmou o judoca Nuno Delgado no jantar de apoio à candidatura de Manuel Alegre, que reuniu várias personalidades do desporto e das artes, em Queluz.
O judoca português, medalhado olímpico, fez levantar a plateia, com cerca de 80 pessoas, quando subiu ao palco para expressar o seu apreço pelo candidato Manuel Alegre: “Não me associo às máquinas partidárias. Eu acredito no Dr. Manuel Alegre. É uma pessoa por quem tenho muito apreço pela sua forma de estar, carisma e disponibilidade.” Delgado acrescentou, de seguida “Eu acredito acima de tudo nas pessoas” e acrescentou: “Manuel Alegre é a pessoa em quem eu acredito para presidente de todos nós.”


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terça-feira, dezembro 13, 2005

Forças Armadas "um pouco esquecidas"

O candidato presidencial Manuel Alegre defendeu hoje que a "conflitualidade" existente entre as Forças Armadas e o Governo se deve ao esquecimento a que aquela e outras instituições do Estado têm sido votadas nos últimos anos.
No final de uma visita ao Instituto de Estudos Superiores Militares, Manuel Alegre identificou problemas "não só de natureza remuneratória mas de definição de objectivos" na base da actual "conflitualidade" entre as Forças Armadas e o Governo. De acordo com o deputado e dirigente do PS, que foi recebido pelo director do instituto, o tenente-general Pinto Ramalho, numa visita guiada de menos de uma hora, "essa conflitualidade tem origens várias e vem de trás". "Alguns dos corpos que exercem funções de soberania, não só as Forças Armadas como a Justiça e outras forças, foram um pouco esquecidas no quadro da nossa democracia, a partir de certa altura", criticou, sem precisar que "altura" foi essa. "Acumularam-se problemas que depois criaram tensões e crispações", concluiu, prometendo, se for eleito Presidente da República, contribuir para que esses problemas "sejam ultrapassados", através de um "papel activo" de "atenuador dessas tensões". Manuel Alegre fez questão de elogiar, nessa matéria, o actual Presidente Jorge Sampaio, afirmando que este "tem tido essa preocupação" de atenuar a tensão entre as Forças Armadas e o Governo. TGV Lisboa - Madrid importanteSobre o projecto de alta velocidade ferroviária (TGV) para Portugal, cujos estudos foram hoje apresentados pelo Governo, Alegre apontou a ligação entre Lisboa e Madrid como a "mais importante" e "uma questão estratégica nacional". Para o candidato presidencial, essa ligação que integrará Portugal "na rede europeia" de TGV será determinante para o país "vencer a periferização", bem como "um aeroporto internacional que não deixe Lisboa satélite de Madrid, independentemente da apreciação que se faça da sua escolha". Manuel Alegre defendeu ainda que Portugal deve ter "um porto de águas profundas" e, quanto à ligação entre Lisboa e o Porto, considerou "um bocado absurdo separá-la em vários apeadeiros". Questionado sobre a falta de meios reclamada pela Polícia de Segurança Pública (PSP), a propósito da morte de um agente no Algarve, Alegre disse não conhecer "suficientemente esse problema" e salientou que "faltam meios em muito lado". "Às forças de segurança e às Forças Armadas não devem faltar meios, nem devem faltar meios aos hospitais", acrescentou, contudo, embora sublinhando a importância das "pessoas" para o funcionamento das instituições e lembrando as condições dos militares na guerra colonial.
Fonte: Lusa

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segunda-feira, dezembro 12, 2005

O voto em branco, como sinal de protesto, é inútil nas eleições presidenciais uma vez que....

O voto em branco, como sinal de protesto, é inútil nas eleições presidenciais uma vez que não conta para o apuramento final dos resultados, ao contrário das outras eleições, em que entra para a percentagem final.
Nas últimas legislativas, o voto em branco foi a sexta maior expressão eleitoral, num total de 103.555 boletins, representando 1,81 por cento, mais do que a percentagem obtida por vários partidos políticos concorrentes, como o PCTP/MRPP (0,84) ou a Nova Democracia (0,7).
No caso das presidenciais, o voto em branco é irrelevante para o apuramento final dos resultados, já que a Lei Eleitoral do Presidente da República estipula que "será eleito o candidato que obtiver mais de metade dos votos validamente expressos, não se considerando como tal os votos em branco".
A diferença é que em todos os outros tipos de eleição o voto em branco, tal como o nulo, apesar de não contar para a distribuição de mandatos, constitui uma percentagem no total dos votos apurados.
Na eleição presidencial, os votos em branco e nulos são excluídos do apuramento final dos resultados, chegando-se aos 100 por cento apenas com os votos expressos em cada um dos candidatos.
Além desta diferença, há outras particularidades da Lei Eleitoral do Presidente da República, como o facto de os candidatos terem que ser propostos por um mínimo de 7.500 cidadãos eleitores e um limite máximo de assinaturas de 15.000, que apenas podem apoiar uma candidatura.
"A exigência constitucional e legal de serem cidadãos eleitores a propor candidaturas exprime o desejo de o Presidente da República ser uma figura não partidária, muito embora não se exclua o apoio expresso dos partidos políticos
A eleição do Presidente da República, um cargo unipessoal, é a única em que o processo eleitoral terá que ser reaberto em caso de morte ou qualquer outro facto que incapacite o candidato para o exercício da função presidencial.
Caso isso acontecesse, o Presidente da República teria que marcar nova data para as eleições, haveria nova apresentação dos candidatos, num processo que poderia demorar cerca de dois meses.

Fonte: Lusa
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Um poema para "Um Presidente Poeta"

Um presidente poeta

Já não é nenhum segredo
Na opção que já fiz
Vou votar no Manuel Alegre
É o melhor para o meu país

E para todos os portugueses
É a pessoa mais indicada
Dois tiveram lá algumas vezes
Fizeram pouco ou quase nada

O Alegre é um poeta
Usa mais o pensamento
Ele é a pessoa certa
Para ser o Presidente

É um homem da liberdade
Mesmo antes da bela aurora
Não pode ser amordaçado
Por aqueles que mandam agora

Ninguém é dono da democracia
Nem dos outros nem de mim
Ai de nós o que seria
Se isso um dia fosse assim

Os candidatos a presidentes
Há dois que são quase iguais
Tiveram em lugares diferentes
Mas todo tempo foi demais

Um usa o estratagema
De quase ficar caladinho
Acha que é o melhor sistema
De enganar o Zé-Povinho

O outro falava, falava
Mas já se esquece do que diz
Que nunca mais se candidatava
A presidente deste país

Tudo o que possa dizer agora
Ninguém vai acreditar
Acho que estava na hora
De ele se reformar

Vá votar, não tenha medo
E diga isso a toda a gente
Que vai votar no Alegre
Para ser o nosso Presidente.

José Filipe
(Poeta Popular)

Este poema foi-nos enviado por este poeta popular, e nós com todo o gosto estamos a publicar, faça como este apoiante de Manuel Alegre e faça chegar-nos a sua opinião, o seu comentário ou o seu contributo para malegre_algarvejovem@sapo.pt.

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domingo, dezembro 11, 2005

"NAS TUAS MÃOS COMEÇA A LIBERDADE!"

Somos um grupo de jovens que pretende dar o seu contributo para a caminhada presidencial de Manuel Alegre. Nele vemos um passado de lutas sociais, um passado de resistência. Nele encontramos uma referência política actual, distinta pela frontalidade, pela verticalidade, pelo arrojo. Candidatar-se à Presidência da República, mesmo sem o apoio de nenhuma máquina partidária, é preferir a Liberdade ao espartilho, o Humanismo ao fatalismo, a Consciência à apatia. A sua candidatura é uma pedrada no charco, um abanar de consciências e de poderes instituídos, um não ao seguidismo. Vive exclusivamente da iniciativa e participação daqueles que sentiram e aceitaram o desafio por ele lançado, para que, sem preconceitos nem embaraços, se lhe juntassem na defesa de um Portugal social onde os números não valham mais do que as pessoas. É por isso que as mulheres e os homens que dão corpo a esta candidatura não servem outros interesses que não os da mobilização cívica e da participação democrática. É urgente quebrar com a onda de abstenção entre os jovens, é necessário estabelecer compromissos que conduzam à construção de uma nova cidadania. Por isso reclamamos novos projectos, novas lutas, novos incentivos à dinâmica do
país. Que ele cresça connosco, com traçados firmes, com novas cores que a todos representem. Portugal depende da ruptura com o cinzentismo e com o marasmo em que hoje nos encontramos. Na política, como na vida, não devemos ficar à espera de super heróis. Apoiamos Manuel Alegre, cidadão como nós. As suas qualidades humanas, intelectuais e políticas são garantia dum desempenho do cargo ao serviço da democracia e de todos os portugueses, que tanto a desejam fortalecida e regenerada.
Ser jovem é ser futuro, mas também reivindicar o presente. Por isso nos juntámos a esta candidatura. Por isso queremos ajudar na sua construção.

Por isso apoiamos Manuel Alegre!

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Manuel Alegre garante que não "obedece às ordens" de Soares

Manuel Alegre não quis ontem comentar as declarações de Mário Soares que defendeu a sua demissão do PS, seguindo o exemplo de Salgado Zenha. Soares reafirmava, anteontem em Coimbra, que Alegre tinha sido "rejeitado" pelo PS. "Não comento mais comentários do dr. Mário Soares. Não estou a fazer a sua campanha e não faço aquilo que ele quer", vincou Alegre. "Se o dr. Mário Soares está com dificuldades, vai ter de aguentar com elas".
O candidato à Presidência da República acabaria, contudo, por realçar que o antigo primeiro-ministro tem vindo a utilizar "uma palavra desagradável" a seu respeito, como "rejeição". "Se tivesse sido rejeitado pelo PS, com certeza que não tinha o apoio que encontro em todo o lado", disse. "Não obedeço às ordens, instruções ou desejos do dr. Mário Soares". Alegre iniciou ontem uma acção de campanha na terra natal, Águeda, onde inaugurou a "mais queridas das sedes", instalada na rua baptizada com o nome do avô materno. Um momento que serviu para, de alguma forma, abordar a questão de Soares, antes de ser confrontado pelos jornalistas. O candidato frisou que a entrega das assinaturas da sua candidatura representou "um acto de liberdade e coragem" e que "nada mais ficará na mesma" na política. "Não há donos dos partidos políticos, dos cidadãos, da República e muito menos dos votos e das consciências", acrescentava. Manuel Alegre está confiante na passagem a uma segunda volta. "Se chegar a Belém, chegarei com o povo". O candidato passeou pelas ruas da baixa e pelo mercado municipal, reencontrando "velhos" companheiros de escola e caras conhecidas. Distribuiu abraços, apertos de mão, beijos, na companhia de apoiantes que traziam um discreto autocolante ao peito. Recebeu votos de "felicidades". "Há sempre alguém que diz não", disse-lhe um apoiante com um forte aperto de mão. "O senhor tem um grande apoio", ouvia-se. "Tenho uma fotografia tirada consigo no 25 de Abril", lembrava-lhe uma senhora. Antes de partir para Aveiro, Alegre adiantou que tenciona terminar a campanha em Águeda. "Foi aqui que aprendi os valores que estão na origem da minha candidatura: a república, a democracia, a pátria", explicou.
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Entregue processo de propositura com 9444 assinaturas


















"Cada assinatura é um acto de cidadania"

Manuel Alegre acaba de formalizar a sua candidatura à Presidência da República, com a entrega de 9444 assinaturas de propositura no Tribunal Constitucional. À saída, o candidato considerou que o facto de a sua candidatura estar entregue é "um acto muito significativo e de um grande simbolismo" já que "cada uma daquelas assinaturas é um acto de cidadania".
O candidato recordou que "ninguém foi constrangido a assinar", pois "as pessoas que assinaram, assinaram porque quiseram, assinaram livremente". Valorizando o trabalho de "grande dedicação, grande convicção" que este processo representa, Manuel Alegre salientou que "não são só as grandes máquinas partidárias que conseguem cumprir os preceitos constitucionais e recolher as assinaturas" e concluiu que este acto "prova que a cidadania é importante e é possível em Portugal".


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terça-feira, dezembro 06, 2005

Calendário dos Debates Televisivos

Os debates televisivos que ontem se iniciaram com o "frente-a-frente" entre Cavaco Silva e Manuel Alegre, e duram até 20 de Dezembro, têm o seguinte calendário:

• Mário Soares-Jerónimo de Sousa (dia 8 de Dezembro, na RTP)
• Cavaco Silva-Francisco Louçã (dia 9 de Dezembro, na TVI)
Manuel Alegre-Francisco Louçã (dia 12 de Dezembro, na RTP)
• Cavaco Silva-Jerónimo de Sousa (dia 13 de Dezembro, na SIC)
• Mário Soares-Manuel Alegre (dia 14 de Dezembro, na TVI)
• Jerónimo de Sousa-Francisco Louçã (dia 15 de Dezembro, na RTP)
• Mário Soares-Francisco Louçã (dia 16 de Dezembro, na SIC)
Manuel Alegre-Jerónimo de Sousa (dia 19 de Dezembro, na TVI)
• Cavaco Silva-Mário Soares (dia 20 de Dezembro, na RTP)

Os dez debates serão transmitidos em directo a partir das 20h45 e terão sempre a duração de 60 minutos úteis e um só intervalo.

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Café Concerto em Moncarapacho

Dia 8 de Dezembro, às 21.30 a estrutura regional do Algarve da Candidatura de Manuel Alegre, irá promover um Café concerto em Moncarapacho, no Concelho de Olhão, com Afonso Dias; José Alegre, José Lúcio e Ecos de Coimbra. Com a presença do Mandatário regional João Barros Madeira e dos Coordenadores Regionais Manuela Neto e Pires da Silva.
Contamos Consigo!
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Inauguração da Sede Candidatura em Portimão

Saudação do Director de Campanha Henrique de Melo
Em nome da candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República quero felicitar vivamente os seus dinamizadores pela abertura da sede de Portimão. Desde o início – direi mesmo na sua genese – os apoiantes desta candidatura residentes no Algarve têm demonstrado um empenhamento e capacidade organizativa que consideramos exemplares e com importância fundamental para o êxito deste campanha. Resulta da total identificação com o Contrato Presidencial que Manuel Alegre propõe a todos os portugueses a explicação que a enorme receptividade que a sua candidatura está a ter junto de todo o eleitorado português, percorrendo-o transversalmente e congregando o entusiasmo crescente de inúmeros cidadãos independentemente das suas filiações partidárias. Estamos plenamente convictos que a sede de Portimão irá catalizar e potenciar cada vez mais este entusiasmo, constituindo um dos marcos relevantes de uma demonstração colectiva do exercício de cidadania e vivência democrática que irá permitir a Manuel alegre ser eleito Presidente da República.
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sábado, dezembro 03, 2005

Alegre elege desertificação do interior como um dos principais problemas

O candidato continuou a reafirmar que a sua candidatura não contra nenhum partido político
Manuel Alegre elegeu ontem a "desertificação no Portugal profundo interior", que cresce de dia para dia, como "um dos graves problemas do país". O candidato a Presidente da República lamenta que, apesar de ter havido "muito discurso" no sentido de inverter a situação, "a verdade" seja a de que "o país está a concentrar-se cada vez mais no litoral, cada vez mais em torno do dois pólos, que são Lisboa e Porto".
Em declarações aos jornalistas, minutos depois de ter inaugurado a sua sede de candidatura na Guarda, situada na Praça Velha, Alegre sustentou que o Presidente da República "deve chamar a atenção para as zonas mais desfavorecidas, para o problema do despovoamento". A falta de criação de indústrias, o insucesso e o abandono escolar são algumas das razões que apontou para a crescente desertificação, defendendo a necessidade de serem "criadas condições para as pessoas se fixarem". Embora diga que o problema da desertificação no interior o preocupa, Alegre optou, no entanto, por nem abordar o assunto no discurso que fez na cerimónia de inauguração da sede, optando por repetir o discurso que já tinha feito na véspera em Guimarães, Braga e Viana do Castelo. Mais uma vez, reafirmou que a sua candidatura " não é de nenhum partido, mas é cada vez mais uma candidatura nacional" e que as sedes que estão a surgir em todos os distritos "não são criadas por nenhum aparelho, são fruto de um acto de cidadania". "Quem está aqui, não está obrigado, não vieram de comboio ou de camionetas arregimentadas, aqui há pessoas livres", sublinhou. Com a sua candidatura, salientou Alegre: "Nasceu um facto novo na vida política nacional, um facto de iniciativa cívica, algo que não existia na nossa tradição: o voluntariado político." Depois de se mostrar convicto de que vai disputar a segunda volta com Cavaco Silva, Manuel Alegre quis, desde logo, deixar claro que só é candidato a Presidente da República: "Podem ficar descansados aqueles que pensam que, com a minha passagem à segunda volta, isso possa ter consequências dentro de alguns partidos". Ao reafirmar que a sua candidatura não é contra os partidos, "mas é contra quem dentro deles defende lógicas aparelhistas", o candidato considerou que existe "uma crise de confiança nas instituições e nos políticos, devendo o Presidente da República estabelecer a confiança dos portugueses". Antes de terminar o discurso, Manuel Alegre defendeu que Portugal deve afirmar-se na Europa, "sem esquecer os vários países por onde os portugueses passarem". "Queremos estar na Europa, no centro das decisões, sem subserviência nem arrogância, mas queremos reforçar também a nossa presença na CPLP, dar-lhe uma componente militar, criar um laboratório de língua portuguesa", adiantou. O candidato propõe também que passe a haver "uma capital rotativa de lusofonia, de dois em dois anos, para dar nova expressão a esta comunidade de língua portuguesa". "Podemos ser um país que não conta na economia de mercado, mas conta na história, na literatura e na grande língua portuguesa", considerou, acrescentando: "Estamos na hora da globalização, cabe ao Presidente da República o papel de contribuir para se reinventem e reafirmem os valores permanentes da identidade nacional."

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sexta-feira, dezembro 02, 2005

"Sou da esquerda que acredita que é possível mudar o mundo"

Alegre quer ser "provedor da democracia"
O candidato presidencial Manuel Alegre disse, hoje, em Viana do Castelo, que o seu "inimigo principal" na corrida a Belém "é a crise" e garantiu que, se for eleito, se assumirá como "o provedor da democracia".
"Não aspiro a ser o chefe do Governo nem da oposição. Vivemos numa situação de crise, tanto política, como económica, cultural, financeira e moral, e o presidente da República deve ser o provedor da democracia e um defensor dos cidadãos", referiu. Alegre sublinhou o "carácter transversal" da sua candidatura, que é apoiada "por gente de todos os partidos" que acredita que "a democracia não se esgota nos partidos e que há vida para além deles". "Não há donos da República, nem da consciência dos portugueses", referiu, para vincar que a sua candidatura "trouxe um pouco mais de liberdade, de democracia e de cidadania" à luta política em Portugal, por ser constituída "por gente livre, que pensa pela sua cabeça". Falando na inauguração da sua sede de candidatura, Manuel Alegre auto-intitulou-se como "um homem de esquerda, mas da esquerda dos valores, e não da esquerda dos interesses, da resignação, da que defende capelinhas e feudos". "Sou da esquerda que acredita que é possível mudar o mundo", sintetizou. Disse ainda que é necessário fazer com que os portugueses tenham outra vez orgulho em pronunciar a palavra "pátria", para que, nesta era de globalização, "o País possa reafirmar os valores da sua identidade". Deixou também a garantia de que, se ganhar as eleições de 22 de Janeiro, as Forças Armadas "nunca intervirão em missões contra a Carta das Nações Unidas". Manuel Alegre reconheceu que a sua candidatura "tem muito menos meios e menos dinheiro" do que as outras, tendo até necessidade de contrair um empréstimo para os cerca de 100 out-doors que vai utilizar na campanha. "Há gente que nos envia cheques de cinco ou 10 euros, e é isso que me faz vir lágrimas ao olhos", referiu, para frisar que o que falta em meios à sua candidatura sobra em liberdade, em entusiasmo e em fé na vitória.

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quinta-feira, dezembro 01, 2005

Nuno Delgado, atleta olímpico e Pinto Soares, capitão de Abril, integram Comissão de Honra














Manuel Alegre soma apoios

Nuno Delgado, vice-campeão olímpico de judo, manifestou hoje o seu apoio à candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República. O atleta, que esta tarde falou com Manuel Alegre, aceitou integrar a sua Comissão de Honra. Também o Capitão de Abril, Coronel Duarte Nuno Pinto Soares, se encontra entre os mais recentes apoiantes da candidatura de Manuel Alegre, fazendo igualmente parte da sua Comissão de Honra.

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Manuel Alegre na Grande Entrevista à RTP 1

“Se há desemprego, há uma diminuição dos direitos políticos”

“Estou convencido que sou na esquerda a pessoa com melhores condições, não só para unir a esquerda, como parte do centro-direita”. “E sou o único que é transversal a todos os partidos de esquerda” afirmou Manuel Alegre na Grande Entrevista à RTP1, ontem à noite. O candidato acrescentou estar convencido que a sua candidatura é a mais mobilizadora, “não só para vencer Cavaco Silva mas para vencer a crise que é o meu principal inimigo”.
Para Manuel Alegre, “jurar cumprir e fazer cumprir a Constituição é zelar não só pelas regras formais (…) mas também pelas metas sociais e éticas que lá estão”. O candidato reafirmou que “os direitos sociais e políticos são inseparáveis numa democracia moderna”. E explicou: “Se há desemprego, que é um dos problemas que mais me preocupa, que tende a aumentar com a estagnação da economia na Europa e com o fraquíssimo crescimento em Portugal, se há precariedade de emprego, há uma diminuição dos direitos políticos. As pessoas têm medo de perder o seu trabalho. Há uma diminuição da cidadania, há um empobrecimento da democracia.” Sobre os poderes presidenciais Manuel Alegre recordou que “o Presidente da República não pode impor, mas pode propor, pode sugerir”, “é um órgão unipessoal eleito directamente pelo povo, tem um poder simbólico”, mas fortíssimo porque “pode falar, dirigir mensagens à Assembleia da República, tem um grande poder de persuasão, tem o povo do seu lado e contribui grandemente para que haja um diálogo que garanta a estabilidade social.” Manuel Alegre lembrou que a sua candidatura é um teste à cidadania, ao apresentar-se com um projecto próprio, de renovação, com ideias novas, com o objectivo de “renovar a política e aproveitar esta campanha eleitoral para o debate político”. “Tenho muita gente que me apoia, tenho sedes em todo os distritos, tenho uma rede de cidadãos em todo o país”, facto que salientou ser uma experiência nova na democracia portuguesa. “As pessoas que estão na minha candidatura estão em regime de voluntariado absoluto”, que enriquece a democracia.
O candidato esclareceu ainda que a sua candidatura “é realmente independente”, ao contrário da candidatura de Cavaco Silva, que “talvez se defina estrategicamente como independente”, mas “na verdade tem um máquina partidária por trás”. Alegre concluiu: “Eu sou o único candidato que não tem nenhuma máquina partidária por trás.”


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Declaração da Candidatura de Manuel Alegre

Declaração

1. Na sequência da ausência de Manuel Alegre à votação final global do Orçamento de Estado, o deputado Vitalino Canas, na qualidade de porta-voz do Partido Socialista, acusou hoje o candidato de violar a Constituição por falta de cumprimento dos seus deveres de deputado.

2. Esta acusação baseia-se numa interpretação errónea da Constituição. Os deputados exercem livremente o seu mandato e têm o direito de não votar, por opção política pessoal, devidamente fundamentada.

3. Foi isso que fez Manuel Alegre, ontem, em carta dirigida ao Presidente do seu Grupo Parlamentar, nos seguintes termos: “Escrevo-te na tua qualidade de Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista para te comunicar a minha intenção de não participar na votação final global do Orçamento de Estado. Entendo que, sendo candidato à Presidência da República, não devo confundir nesta matéria esse papel com o de deputado. Acrescento no entanto que, também na qualidade de candidato, estarei pronto a votar o Orçamento de Estado, se tal for imprescindível para, com o meu voto, assegurar a sua aprovação e a necessária estabilidade governativa. Agradeço que dês conhecimento desta carta à Direcção do Grupo Parlamentar e ao Secretário Geral”.

4. Manuel Alegre não violou a Constituição. Não só justificou o motivo da sua opção como se pôs à disposição do Grupo Parlamentar do Partido Socialista para votar, caso tal fosse imprescindível para assegurar a aprovação do Orçamento.

5. Ainda que estivesse disponível para votar o Orçamento – tal como afirmou ontem na RTP - Manuel Alegre não votou porque entende que um Presidente da República, seja ele quem for, não deve exercer a sua função com o ónus de ter votado o documento mais importante de orientação estratégica do governo. Um presidente deve manter, relativamente ao governo e aos seus instrumentos de acção, um distanciamento institucional e deve conservar um completo respeito pela separação de poderes.

6. Por último, Manuel Alegre apela ao Partido Socialista e aos seus responsáveis para que impere nesta campanha a ponderação, a consideração mútua e o respeito pela divergência.

A candidatura de Manuel Alegre, 30.11.2005


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