Manuel Alegre inaugurou a sua sede de campanha em Faro, “onde tudo começou”.
Confiante na candidatura que considera ser um acto de liberdade e uma prova de cidadania, denunciou uma “estranha coligação” e alertou para a batota nos debates televisivos.Pontual, Manuel Alegre inaugurou a sede de campanha em Faro com casa cheia. Dezenas de pessoas receberam o candidato à Presidência da República, “onde tudo começou”, disse Alegre.
Garantiu que a sua candidatura é “algo de novo no contexto político português” e espera que os portugueses voltem a ter confiança na política. Uma confiança que vem na primeira linha de propostas de Manuel Alegre, juntamente com a honradez das palavras e contra os interesses obscuros.
“Não aceito que digam que a minha candidatura é contra os partidos”, salientou Manuel Alegre, denunciando uma “estranha coligação” de partidos contra a sua candidatura. “Esta candidatura veio desarrumar os interesses instalados”, justificou.
Afirmou que há candidatos que estão a ser levados ao colo e não quer batotas no processo. “É preciso saber se todos os candidatos vão até ao fim porque desistir em favor de outro, é batota”, revelou Alegre.
Insistiu na verdade na comunicação social, na campanha eleitoral e nos debates. Disse que tinham menos meios mas garantiu a força da cidadania. Lamentou que fosse o único a pedir um sorteio para os debates televisivos e reiterou a “estranha coligação” de outras candidaturas.
Manuel Alegre garantiu que nunca fugiria a qualquer debate e ia defender os interesses da sua candidatura naquilo que poderia ser “uma batota nos debates da tv”. Com um sorriso, Alegre disse que vieram estragar a festa que estava preparada, o confronto entre Cavaco Silva e Mário Soares.
Confrontado com afirmações de Mário Soares que garantiu congregar todos os votos do PS, Alegre mostrou confiança face ao movimento de apoio no país e face a todas as sondagens que têm sido realizadas.
Empenhado num projecto próprio, Alegre defendeu a afirmação de Portugal na Europa e no Mundo, sem arrogância nem subserviência, apoiado na história e cultura forte do país.
No final, Manuel Alegre apresentou as condolências à família do militar português que morreu em Cabul e esclareceu a sua posição face às intervenções militares no estrangeiro. Saiu em defesa da diplomacia da paz, afirmando que a guerra não é solução, dando como exemplo a do Iraque, que foi feita à margem das Nações Unidas e do Conselho de Segurança.
Em relação à presença portuguesa no Afeganistão, o candidato à Presidência da República disse que “preferia que não estivessem, mas a missão tem a cobertura do Conselho de Segurança, é legal”.
Depois da inauguração, no segundo dia de pré-campanha, seguiu-se um jantar com dezenas de apoiantes que incentivaram Alegre para esta corrida à Presidência da República.
Manuel Alegre Blog Algarve Jovem


2 Comments:
Manuel Alegre é o "detergente" que
vai apagar a nódoa da política aparelhística que fez do "umbigo" partidário o centro do universo democrático degenerando em partidarite aguda. Os partidos são a essência da democracia pluralista
mas há limites para evitar que eles
(partidos) subvertam as regras democráticas em proveito próprio
(das suas clientelas) e transformem
o próprio Estado num "asilo" de
sinecuras.
Álvaro Araújo
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Anónimo, at 3:43 da manhã
Cool blog, interesting information... Keep it UP »
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Anónimo, at 3:45 da tarde
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