Candidatura Alegre Presidente - Algarve Jovem

quarta-feira, novembro 30, 2005

MOVIMENTO JÁ




















Movimento Jovem de Apoio a Manuel Alegre denominado "MOVIMENTO JÁ", já tem um site http://www.movimentoja.com/, contendo toda a informação sobre a campanha jovem de apoio a Manuel Alegre.

O Movimento JÁ também já denominou os seguintes coordenadores distritais:

Beja: António Gato

Braga: Pedro Cardoso

Bragança: Anabela Rute

Coimbra: Rui Roque

Évora: Célia Fialho

Faro: Ricardo Luz

Leiria: Ana Rita Ferreira / João Santos

Lisboa: André Fonseca Ferreira

Portalegre: Ricardo Nascimento

Porto: Luís Silva

Santarém: Rui Hipólito

Setúbal: Helena Simões

Viana do Castelo: Susana Castelar

Vila Real: Pedro Ginja

Viseu: João Cristiano

E como a informação não ocupa lugar inscrevam-se como apoiantes no site: http://www.manuelalegre.com/ e receberão notícias actualizadas da Campanha.


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segunda-feira, novembro 28, 2005

Alegre quer facilitar nacionalidade para filhos de imigrantes

O candidato presidencial Manuel Alegre defendeu hoje a concessão automática da nacionalidade portuguesa aos descendentes de imigrantes nascidos em Portugal, mas escusou-se a comentar a possibilidade de um processo de legalização extraordinário de imigrantes.
"Defendo que quem nasce aqui tem o direito de ser português, se os pais assim o quiserem", disse Manuel Alegre, durante contactos com associações das comunidades de São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Brasil, numa referência à Lei da Nacionalidade em discussão na Assembleia da República.
Ressalvando que alterar a lei "não é competência do Presidente da República", o candidato quis pronunciar-se sobre o assunto, acrescentando: "Tenho o direito de me exprimir e faço-o, ao contrário de outros". A Lei da Nacionalidade está em discussão na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, tendo o governo apresentado uma proposta que visa facilitar a concessão da nacionalidade, mas com algumas restrições (entre outras, a condição de os progenitores terem de estar a residir legalmente no país há pelo menos seis anos). Instado por um dos participantes na sessão que decorreu na Associação Caboverdeana a comentar a possibilidade de um processo de legalização extraordinária de imigrantes, Manuel Alegre foi mais cauteloso. "Isso não é competência do Presidente da República. Só o governo o pode resolver, ou então haver uma iniciativa legislativa na Assembleia da República. O Presidente da República pode, quanto muito, ter uma intervenção defendendo os princípios constitucionais nesse domínio. No que respeita à legislação, aí não posso", frisou. Os temas da inclusão - ou da "sociedade cosmopolita de inclusão", como preferiu chamar-lhe - dos "cerca de 450 mil" imigrantes residentes em Portugal, que "passou de cais de embarque a porto de abrigo", dominaram os encontros do candidato, que se fez acompanhar pelo seu mandatário da juventude, Pacman, o vocalista da banda Da Weasel.

A este propósito, Manuel Alegre defendeu um alargamento progressivo do direito de voto concedido aos imigrantes a todos os actos eleitorais, a presença de "mais deputados destas comunidades" no Parlamento - "a multiculturalidade tem de estar presente na Assembleia da República", salientou -, tudo para evitar "fracturas sociais e urbanas" como a registada recentemente em França. "Há indícios de que isso poderá acontecer em Portugal se não forem tomadas medidas", realçou. Ao longo das suas intervenções, Manuel Alegre retomou as críticas a Cavaco Silva, considerando que foi "criada a ideia" de que "vem aí o salvador e o Dom Sebastião", que o candidato apoiado pelo PSD "ia ser o salvador do país". "O Presidente não é um santo milagreiro. Se alguém julga que vai haver um Presidente milagreiro desengane-se", disse, acusando Cavaco Silva de ter "uma visão positivista e estreita da economia", uma "estranha teoria de cooperação estratégica" e de ter "uma noção errada de como se resolvem os problemas da competitividade". "Portugal não precisa de um Sidónio Pais nem de um Presidente- rei para voltar a ser viável", considerou.

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Manuel Alegre votou contra a extinção do serviço militar obrigatório

1. A notícia hoje veiculada pelo DN, intitulada “Parlamento não registou voto de Alegre contra o fim do SMO” incute nos leitores uma informação falsa, não corroborada pelos factos. Os factos são os seguintes:

2. A Constituição da República Portuguesa de 1976 estipulava, no artigo 276º, número 2, que: “O serviço militar é obrigatório, nos termos e pelo período que a lei determinar”.

3. Esta redacção foi alterada na revisão constitucional de 1982, passando a figurar, no artigo 275º, número 2, o seguinte: “As Forças Armadas compõem-se exclusivamente de cidadãos portugueses e a sua organização baseia-se no serviço militar obrigatório e é única para todo o território nacional”.

4. A revisão constitucional de 1997 pôs fim à obrigatoriedade do serviço militar, eliminando as referências ao serviço militar obrigatório no artigo 275º, número 2, e acrescentando um novo texto, no artigo 276º, número 2, com a seguinte redacção: “O serviço militar é regulado por lei, que fixa as formas, a natureza voluntária ou obrigatória, a duração e o conteúdo da respectiva prestação”.

5. Manuel Alegre votou expressamente contra a extinção do serviço militar obrigatório em 1997, quando votou contra estas duas alterações da Constituição (número 2 do artigo 275º e número 2 do artigo 276º), ao lado dos deputados do PS Acácio Barreiros, Fernando Pereira Marques e Marques Júnior e em sentido contrário ao voto da restante bancada do PS, como pode ver-se pelo relato transcrito no Diário da Assembleia da República, nº 104, I série, de 31 de Julho de 1997, página 4018.

6. Manuel Alegre afirmou repetidas vezes que tinha votado contra a extinção do SMO. Fê-lo no momento próprio, quando o Serviço Militar Obrigatório foi desconstitucionalizado. Estranha-se que os jornalistas do DN tenham sentido necessidade de fazer uma investigação pouco usual, ainda por cima não rigorosa, para pôr em causa a verdade e a palavra de um candidato à Presidência da República.

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domingo, novembro 27, 2005

Dois Jovens Algarvios na Comissão Coordenadora Nacional do "Movimento JÁ"










Manuel Alegre empossou a Comissão Coordenadora nacional do Movimento Já, da qual fazem parte dois jovens Algarvios, nomeadamente Orlando Baptista que é responsável pela Campanha Jovem no Sul do Pais e ao mesmo tempo Responsável pelo Merchandising da Campanha Jovem, e também faz parte da Comissão Coordenadora Nacional, Ricardo Luz que é o responsável pela Campanha Jovem no Algarve.


Coordenadora nacional de movimento de jovens apoiantes de Alegre empossada hoje pelo candidato
O "Movimento Já", movimento republicano de juventude que encontra a sua razão de existir na candidatura presidencial de Manuel Alegre, surge contra a “lógica das cúpulas" e é o resultado de vontades diversas da juventude de todo o país que procurou organizar-se, cívica e politicamente, em torno deste projecto presidencial.

Movimento Já contraria lógica das cúpulas
Entretanto foi divulgado o Manifesto do Movimento Já, que é o seguinte:

Manifesto do “Movimento Já”
O “movimento já” é um movimento republicano de juventude que encontra a sua razão de existir na candidatura presidencial de Manuel Alegre. O seu surgimento contraria a “lógica das cúpulas”, sendo antes o resultado de vontades diversas da juventude de todo o país que procurou organizar-se, cívica e politicamente, em torno deste mesmo projecto presidencial. O movimento reúne os adeptos do ideal republicano e humanista, que reconhecem a necessidade de dar voz à cidadania pela própria cidadania e reformar os “aparelhos” da República no sentido de valorizar o conceito democrático. Reconhecemos na candidatura de Manuel Alegre esta condição, o que justifica, em grande parte, uma necessidade que cada jovem deste movimento sente de dar opinião, de se manifestar e de “agarrar” esta nova maneira de encarar a política e os políticos. As eleições presidenciais não existem para os partidos ou para os candidatos, existem para os cidadãos. Este é o ponto em que este projecto se distancia dos outros, não foi Manuel Alegre que se candidatou, não foram os partidos que candidataram Manuel Alegre, foram os cidadãos que candidataram Manuel Alegre e sobretudo os jovens. Por isso surge o “Movimento já”, para candidatar Manuel Alegre à presidência da República. Este movimento tem como seus os valores da solidariedade, da igualdade e da fraternidade. Combatemos ao lado deste projecto presidencial por uma sociedade mais justa, por um mundo mais igual e por um país mais desenvolvido. Rejeitamos a reprodução do “patriarquismo” ou dos ícones neoliberais, assumimo-nos como jovens progressistas, defensores dos valores de “Abril “ e da ética republicana. O cargo presidencial é considerado por este movimento como a “esperança” de afirmação progressista. Seremos “braços armados” de uma candidatura que dá um novo “tom” à política nacional, que dá voz aos cidadãos e que rompe com as instaladas convenções do “politicamente correcto”. O Movimento Já acredita que precisamos de uma voz activa na defesa de uma outra solidariedade entre povos: acreditamos no multiculturalismo, acreditamos na capacidade de travar a desigualdade, acreditamos num internacional reformismo capaz de rever as prioridades da globalização e dar prioridade à condição humana e sentido à Declaração Universal dos Direitos do Homem. Tendo como mote “ há sempre alguém que resiste”, este movimento cresce todos os dias com a vontade própria de cada jovem, a vontade de resistir às convenções, a vontade de se afirmar pela cidadania e a vontade de lutar por uma sociedade mais justa, livre e solidária.

VIVA A REPÚBLICA

Os Subscritores
Adalberto Figueiredo, Anabela Rute, André Ferreira, António Gato, Duarte Alcântara,Helena Simões, Jerónimo Silva, Joana Alegre, João Cristiano, João Santos, Lisa Henriques, Luis Silva, Miguel Duarte, Orlando Batista (Algarve), Pedro Cardoso, Pedro Ginja, Ricardo Luz (Algarve), Rui Hipólito, Rui Roque, Sara Simões, Susana Castelar




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sábado, novembro 26, 2005

Alegre desafia Cavaco a explicar noção 'cooperação estratégica'

O candidato a Presidente da República Manuel Alegre desafiou hoje Cavaco Silva a explicar o que entende por "cooperação estratégica", acusando-o de, quando foi primeiro-ministro, ter "investido na teoria das forças do bloqueio".
"Quando foi primeiro-ministro investiu na teoria das forças de bloqueio e hoje defende uma coisa estranha: a "cooperação estratégica", afirmou em Coimbra. Ao discursar durante um almoço com apoiantes, Manuel Alegre sublinhou que deve haver "uma cooperação institucional" entre os órgãos de soberania e que o Presidente da República "é o comandante supremo das Forças Armadas e não o comandante supremo do regime". "Se Cavaco Silva não mudou a sua concepção das +forças do bloqueio+, receio que, se fosse eleito, passasse a ver os outros órgãos de soberania como forças de bloqueio", sustentou. Na sua intervenção, Manuel Alegre manifestou também estranheza por, "na candidatura de Cavaco Silva, não haver uma palavra sobre as mulheres". "É um grave erro político, um candidato presidencial que se esqueceu de metade da população portuguesa", defendeu Alegre, ao frisar que o seu próprio projecto pugna pela igualdade entre homens e mulheres. Manifestando-se convicto de que passará à segunda volta das eleições presidenciais, o deputado e poeta sustentou que "não há vencedores antecipados". "Quiseram coroar um candidato, apresentaram-no como salvador, mas não resolveu os problemas do país quando foi primeiro-ministro, não os vai resolver como Presidente da República", disse ainda. O candidato a Presidente da República afirmou que "não vai pedir desculpa por se candidatar" e que, "para alguns, as sondagens só têm importância quando vão à frente". Na sua perspectiva, "o grande esforço dos candidatos de esquerda" deve ser a captação dos votos dos indecisos. O histórico do PS Fernando Valle, que morreu há um ano, foi evocado por Manuel Alegre, que lembrou o seu exemplo de "civismo, liberdade e tolerância". O mandatário distrital de Alegre, o professor universitário Abílio Hernandez Cardoso, afirmou que se trata de "uma candidatura que se afirma pela palavra e que se quer uma candidatura de palavra". Manuel Alegre inaugurou também a sua sede de candidatura, situada na Rua General Humberto Delgado, numa sessão em que interveio ainda o mandatário distrital da Juventude, Miguel Duarte (ex- presidente da Associação Académica de Coimbra).

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Manuel Alegre defende convergência da esquerda

O candidato independente tece duras críticas à governação de Cavaco
Manuel Alegre defendeu ontem a necessidade de convergência da esquerda, preferindo reconhecer a esquerda portuguesa como plural e não como fragmentada. "Os candidatos da esquerda não deviam perder energias a atacarem-se uns aos outros", afirmou o candidato a Presidente da República.
Alegre considera ser "obrigação da esquerda", neste momento, "combater a abstenção, convencer os indecisos e impedir a fuga de votos para uma candidatura que nada tem a ver com a cultura de esquerda". Manuel Alegre delineou, numa intervenção inserida no ciclo Jornadas Presidenciais, promovido pelo Núcleo de Alunos de Economia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, os pontos essenciais da sua candidatura. Definiu-se como um "defensor da escola pública" e propôs a revisão da actual lei de financiamento do ensino superior público, que, segundo o candidato, "não garante um ensino de qualidade e obriga as universidades a recorrerem à propina máxima". Alegre exigiu que a educação e a defesa da escola pública se tornem prioridades do Estado e que se adopte uma atitude de "valorização social e profissional de alunos e professores". Depois de repetir várias vezes que veio "estragar a festa e a montagem que estava feita", Alegre sublinhou que, se houver uma segunda volta, "a esquerda vai mesmo unir-se". E acrescentou: "Se Cavaco Silva não obtiver uma maioria absoluta na primeira volta, arrisca-se a perder na segunda volta." O candidato independente teceu duras críticas ao silêncio de Cavaco Silva e à sua governação, acusando-o de ter seguido "um modelo de desenvolvimento errado", que "apostou muito no betão e muito pouco nas pessoas". "Cavaco Silva defende soluções ultrapassadas e espero que não continue a defender a estranha teoria das forças de bloqueio", disse Alegre, explicando que, enquanto primeiro-ministro, Cavaco Silva encarou a oposição, o Parlamento, o Tribunal de Contas e o próprio Presidente da República como forças de bloqueio. "Ora, um Presidente da República não pode ter a concepção de que todos os outros órgãos de soberania são forças de bloqueio", rematou Alegre.

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Sondagens divulgadas entre 24 e 25 de Novembro

Manuel Alegre consolida a segunda posição

Manuel Alegre consolida a segunda posição em três sondagens divulgadas, quer na primeira volta, quer nos cenários de segunda volta.

DN /TSF Barómetro da Marktest 24-11-2005
Alegre - 14,6%
Cavaco - 44,0%
Jeronimo - 4,9%
Louçã - 4,6%
Soares - 10,6%
Ns/Nr - 13,3%
BN - 2,6%
NV - 5,4%

Público/RDP/RTP Univ. Católica (estimativa) 24-11-2005
Alegre - 17%
Cavaco - 57%
Jeronimo - 5%
Louçã - 4%
Soares - 16%
Outros - 1%

TVI Intercampus 25-11-2005
Alegre - 15,2%
Cavaco - 50,0%
Jeronimo - 5,1%
Louçã - 4,1%
Soares - 12,7%
Ns/Nr - 12,9%

Cenários de 2ª volta Público/RDP/RTP Univ. Católica ( estimativa ) 24-11-05
Alegre - 35%
Cavaco - 65%

Soares - 28%
Cavaco - 72%

TVI Intercampus 25-11-05
Alegre - 32,6%
Cavaco - 55,9%
Ns/Nr - 11,5%

Soares - 26,4%
Cavaco - 59,4%
Ns/Nr - 14,2%

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quarta-feira, novembro 23, 2005

Manuel Alegre esclarece a sua posição sobre os poderes presidenciais

"O meu quadrado está cheio de muita gente" - Afirmou Manuel Alegre em entrevista à Rádio Renascença

Manuel Alegre esclarece a sua posição sobre os poderes presidenciais, o Orçamento de Estado, o surgimento da sua candidatura, as relações com o Partido Socialista e Mário Soares, as diferenças entre a sua proposta e a de Cavaco Silva.
Oiça a entrevista clicando aqui.

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domingo, novembro 20, 2005

Alegre diz que Cavaco não tem perfil para Presidente da República

O candidato presidencial Manuel Alegre criticou ontem o desempenho de Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro e insinuou que o candidato apoiado pelo Partido Social-Democrata não tem perfil para o cargo de Presidente da República.
Aludindo ao facto de ter formação em Economia, Alegre acusou-o de mau desempenho por ter deixado o País com um défice de 5,5 por cento, "enchido" a função pública com mais 220 mil funcionários e alterado o seu estatuto remuneratório.«Eu quero saber como é que uma pessoa com este perfil e este tipo de pensamento pode, como Presidente da República, compatibilizar e ter a cooperação das instituições com outros órgãos de soberania», afirmou.Manuel Alegre falava em Faro no início de um jantar que reuniu cerca de 300 apoiantes - entre os quais o ex-dirigente comunista Carlos Brito e o histórico socialista Luís Filipe Madeira -, encerrando o segundo dia de pré-campanha do candidato.«Não digo que um economista não possa ser candidato à Presidência da República, o que eu digo é que como primeiro-ministro ele provou-o muito mal», rematou, ressalvando que o problema não é o facto de ser economista, mas sim a sua concepção da economia.Em declarações aos jornalistas, Luís Filipe Madeira, ex- director de campanha nas duas corridas de Mário Soares à Presidência da República, disse considerar que o candidato apoiado pelo PS «não tem hipóteses de ganhar».«Não é razoável que o PS proponha ao país o mesmo presidente que propôs há 20 anos», observou, ironizando que também Eusébio «já não pode jogar no Benfica».Por seu turno, Carlos Brito, auto-suspenso do Partido Comunista e actual membro da Comissão política da candidatura de Manuel Alegre, assumiu que esta é a candidatura em que os renovadores se revêem e classificou o candidato independente como sendo «o melhor para Belém».
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Manuel Alegre inaugurou a sua sede de campanha em Faro, “onde tudo começou”.

Confiante na candidatura que considera ser um acto de liberdade e uma prova de cidadania, denunciou uma “estranha coligação” e alertou para a batota nos debates televisivos.
Pontual, Manuel Alegre inaugurou a sede de campanha em Faro com casa cheia. Dezenas de pessoas receberam o candidato à Presidência da República, “onde tudo começou”, disse Alegre.
Garantiu que a sua candidatura é “algo de novo no contexto político português” e espera que os portugueses voltem a ter confiança na política. Uma confiança que vem na primeira linha de propostas de Manuel Alegre, juntamente com a honradez das palavras e contra os interesses obscuros.
“Não aceito que digam que a minha candidatura é contra os partidos”, salientou Manuel Alegre, denunciando uma “estranha coligação” de partidos contra a sua candidatura. “Esta candidatura veio desarrumar os interesses instalados”, justificou.
Afirmou que há candidatos que estão a ser levados ao colo e não quer batotas no processo. “É preciso saber se todos os candidatos vão até ao fim porque desistir em favor de outro, é batota”, revelou Alegre.
Insistiu na verdade na comunicação social, na campanha eleitoral e nos debates. Disse que tinham menos meios mas garantiu a força da cidadania. Lamentou que fosse o único a pedir um sorteio para os debates televisivos e reiterou a “estranha coligação” de outras candidaturas.
Manuel Alegre garantiu que nunca fugiria a qualquer debate e ia defender os interesses da sua candidatura naquilo que poderia ser “uma batota nos debates da tv”. Com um sorriso, Alegre disse que vieram estragar a festa que estava preparada, o confronto entre Cavaco Silva e Mário Soares.
Confrontado com afirmações de Mário Soares que garantiu congregar todos os votos do PS, Alegre mostrou confiança face ao movimento de apoio no país e face a todas as sondagens que têm sido realizadas.
Empenhado num projecto próprio, Alegre defendeu a afirmação de Portugal na Europa e no Mundo, sem arrogância nem subserviência, apoiado na história e cultura forte do país.
No final, Manuel Alegre apresentou as condolências à família do militar português que morreu em Cabul e esclareceu a sua posição face às intervenções militares no estrangeiro. Saiu em defesa da diplomacia da paz, afirmando que a guerra não é solução, dando como exemplo a do Iraque, que foi feita à margem das Nações Unidas e do Conselho de Segurança.
Em relação à presença portuguesa no Afeganistão, o candidato à Presidência da República disse que “preferia que não estivessem, mas a missão tem a cobertura do Conselho de Segurança, é legal”.
Depois da inauguração, no segundo dia de pré-campanha, seguiu-se um jantar com dezenas de apoiantes que incentivaram Alegre para esta corrida à Presidência da República.

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Constituído Secretariado Nacional da Campanha para a Juventude

Foi recentemente constituído o Secretariado Nacional da Campanha de Manuel Alegre, para a Juventude, que terá a designação de "Movimento JÁ".

O Secretariado é composto pelos seguintes elementos:
Miguel Duarte (Director de Campanha, acumulando a organização da campanha na zona centro)
Orlando Baptista (Responsável pela zona Sul e pelo Merchandising)
Jerónimo Silva (Responsável pela zona Norte)
Joana Alegre (Responsável pela Comunicação e pelo movimento em Lisboa)
André Fonseca Ferreira (Relator e responsável pelo movimento em Lisboa)
Duarte Alcântara (Responsável pelos conteúdos)
Lisa Coimbra Henriques (Responsável de Eventos e de questões Culturais)
Mariana Franco

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quarta-feira, novembro 16, 2005

- Porquê Manuel Alegre ?

"- Porque Manuel Alegre é um político assumido, um cidadão respeitado e um poeta amado."
No actual contexto sócio-político deste país, a política e os políticos estão claramente com uma cotação baixa. Os bons e os maus, os corruptos e os inpolutos, os que se mantêm no seu posto e os que desertaram, todos são sistematicamente metidos no mesmo saco.
Para aqueles que se mantiveram fiéis ao seu ideário e ao seu eleitorado, a situação não é fácil. A comunicação social dá especial realce aos casos negativos, e mesmo nós, os simples mortais, somos sistematicamente tentados a acreditar que, se lá estivessemos, faríamos melhor. Esta ideia é reforçada pelas aparições messiânicas mais ou menos regulares daqueles que, pretensamente, são portadores das mágicas soluções. Procuram fazer passar a mensagem de que uma candidatura é um dever patriótico, já que os outros, os políticos, são incapazes.
Não é o facto de ser ou não ser político que torna um humano melhor ou pior, mais ou menos honesto. Fazer crer que os políticos são naturalmente maus e/ou corruptos é perigoso, na medida em que transmite aos incautos a ideia de que os problemas só podem ser resolvidos por iluminados que depois, (isso sabemos nós !) mais tarde ou mais cedo, se tornam menores ou maiores ditadores.
Apesar de tudo democracia tem isto de “simpático” : é ser gerida por pessoas normais, umas saem boas outras menos boas ou más. É por isso que um regime democrático pressupõe que estejamos atentos e informados para poder votar nos melhores, naqueles que de facto são honestos, cumpriram as suas promessas e fizeram ouvir a sua voz, mesmo nos momentos mais difíceis.

Manuel Alegre foi sempre uma voz ouvida e respeitada. Foi-o, no tempo da ditadura, e foi-o igualmente no regime democrático. Manuel Alegre esteve sempre na primeira linha dos combates do seu partido. Assumiu sempre posições claras, quer nos momentos em que esteve com a maioria do aparelho, quer naquelas em que esteve isolado.
Manuel Alegre não abandonou o PS e a política nos momentos difíceis. Poderia ter-se facilmente refugiado na sua poesia, certamente que poderia ter-se posto em bicos de pés mais frequentemente, mas Manuel Alegre não precisa disso, continua igual a si próprio, assumidamente político com um percurso claro e a tal voz que se faz ouvir.

É por tudo isto que Manuel Alegre é, de facto, um cidadão respeitado. Depois a sua personalidade evidencia fortes traços de uma portugalidade ancestral, à primeira vista retógrada e conservadora, mas na verdade muito representativa, abrangente e aglutinadora : Manuel Alegre é caçador, pescador e amante da natureza, não é só o político de discurso claro que vemos na Assembleia da República, mas é igualmente um homem comum como milhares de portugueses.

Depois,e sempre, vem o poeta, não aquele que fez da palavra o seu refúgio, mas também aquele que utilizou a palavra como arma, como gozo intelectual e como mensagem. A sua poesia, mesmo a mais interveniente, manteve sempre a magia do belo que nos arrebatava e empurrava para a frente, para procura da verdade e das respostas.

Respostas que ele não tem, mas cuja procura certamente fomentará . Portugal precisa de um Presidente no qual muitos Portugueses se revejam, que seja uma voz ouvida e respeitada, que tenha uma imagem nova e que, pelo seu perfil, pelo seu percurso político e humano, pela sua imagem impoluta, possa contribuir para retoma da crença em nós próprios e nas nossas capacidades.

Somos, assumidamente, um país de poetas, é altura de colocarmos um poeta no mais alto cargo da Nação. Os problemas que nos afligem não são só de ordem económica e/ou financeira, de taxas e cotações. São, muito mais, problemas de psicose generalizada, de descrença, de atitude negativa. Ser poeta não é só “ser mais alto”, é transmitir a mensagem de que não só “voltaremos sempre em Maio” como “é preciso ficar e descobrir”.

Desidério Lucas do Ó
Professor e membro fundador do PS/Faro

terça-feira, novembro 15, 2005

MANUEL ALEGRE NO ALGARVE

No próximo SÁBADO, dia 19 de Novembro de 2005, pelas 18.00 horas será inaugurada a 1.ª Sede de Campanha da Candidatura de Manuel Alegre, situada na Rua Almeida Garret, n.º 39 (transversal com o parque de estacionamento da pontinha) em Faro, e contará com a presença de MANUEL ALEGRE e de inúmeras personalidades regionais e nacionais, apoiantes da candidatura de Alegre a Presidente.Em seguida irá realizar-se um Jantar da Candidatura, pelas 19.30horas no Restaurante Austrália, situado na Est. Nac. 125. O custo da participação no Jantar será de 15 Euros e poderá fazer a sua reserva através do E-mail: malegre_algarvejovem@sapo.pt.

Contamos Consigo, na caminhada para a Vítória, e todos juntos venceremos!

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Manuel Alegre fala sobre o Ensino

"...a modernização da escola não pode ser feita contra os professores." O candidato presidencial Manuel Alegre advertiu hoje que a melhoria do ensino não pode ser feita contra os professores e defendeu que se ensine a Constituição nas escolas. As afirmações de Manuel Alegre foram feitas durante uma visita à Escola nº 1 de Lisboa para discutir o insucesso e o abandono escolares, com que iniciou uma série de dias temáticos, e na qual declarou inaugurada a sua pré-campanha para as presidenciais de 2006. "A modernização e a melhoria da escola pública passam obviamente pela valorização profissional e social dos professores. Tem de ser feita com e não contra os professores", advertiu o dirigente socialista na sua intervenção. No final do encontro, no qual esteve presente o seu colega de escola primária e secretário-geral da FENPROF, Paulo Sucena, Manuel Alegre não quis, no entanto, tomar posição sobre a nova greve de professores convocada para sexta-feira por aquele e outros sindicatos, nem sobre a política de educação do Governo do PS. "Estou aqui como candidato a Presidente da República. Compreendo as razões de todos. Não me vou pronunciar sobre esta situação concreta", respondeu aos jornalistas, acrescentando que "sempre que há mudanças, há protestos" e que estes são "um direito", sejam "com razão ou sem razão". Manuel Alegre não quis também dizer o que faria perante a contestação dos professores à actuação do Governo se fosse chefe de Estado, mas considerou que ao Presidente cabe "favorecer o diálogo, o encontro de opiniões e atenuar tensões" e aproveitou para elogiar Jorge Sampaio. "Sei que o Presidente da República, Jorge Sampaio, é muito escrupuloso, muito exigente e um democrata de sempre. Ele saberá muito bem, perante esta situação, o que fazer", disse, depois de, na visita à escola, ter enaltecido o actual Chefe de Estado por procurar "chamar a atenção dos portugueses para exemplos positivos". Na sua intervenção, Manuel Alegre apontou o combate ao insucesso e ao abandono escolares e o investimento na escola pública como os meios para impedir a exclusão social e promover a produtividade do país. No debate que se seguiu com responsáveis da educação, Alegre reforçou que "tudo começa na escola", onde "cada professor é também um professor de cidadania", e disse que uma das suas propostas enquanto candidato a Belém "é que se ensine a Constituição nas escolas". "A cidadania começa pelo conhecimento da Constituição. Os portugueses devem conhecer desde pequenos o que é a organização do Estado, os seus direitos e os seus deveres", defendeu. O vice-presidente da Assembleia da República definiu como "simbólica" a visita àquela escola do primeiro ciclo do ensino básico construída em 1875, onde declarou o início da sua pré-campanha e lembrou os seus tempos de aluno, em Águeda. "Éramos obrigados a fazer a saudação nazi, fascista, virados para o retrato do Carmona e do Salazar. E havia muita pobreza. Éramos muito poucos os que usávamos sapatos", recordou. "Fazia-me muita impressão que uns andassem descalços e outros de sapatos. Fazia muitas vezes essa pergunta e ficavam muito atrapalhados", adiantou Manuel Alegre, revelando ter aprendido nessa altura muito acerca "da liberdade, da frontalidade, da igualdade e da responsabilidade perante os outros". Interrogado por um dos elementos da assistência sobre como deve o ensino da religião adaptar-se ao convívio de diferentes religiões nas escolas, Alegre disse não saber "como" mas que "não deve haver exclusões" de nenhum credo.

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Dias Temáticos na Pré-Campanha Alegre


Após a apresentação do seu Contrato Presidencial, a candidatura de Manuel Alegre vai desdobrar-se em dois tempos, pré-campanha e campanha, respeitando naturalmente uma pausa para o Natal. Na pré-campanha, Manuel Alegre vai promover a realização de mais de 15 Dias Temáticos, que terão o seu termo na primeira semana de Janeiro. O objectivo destes Dias Temáticos é trazer para a agenda das presidenciais questões essenciais para Portugal, abrindo o debate sobre problemas, propostas e soluções, através da auscultação dos interessados e de contactos com instituições. Os contactos revestirão múltiplas formas, desde visitas e audiências a convívios e sessões públicas. Entre os Dias Temáticos estão já assegurados os seguintes temas: Escola, Inovação, Saúde, Justiça, Ciência e Tecnologia, Inclusão, Desenvolvimento Rural, Liberdade Religiosa, Turismo, Território e Ambiente, Trabalho, Poder Local, Igualdade de Género, Ensino Superior, Associativismo, Artes, Mar e Cidades e Bairros. Os Dias Temáticos serão realizados em diferentes pontos do país, sem a preocupação de cobrir todo o território, mas sempre cruzando-se com iniciativas locais, nomeadamente com a inauguração de sedes de candidatura. Na primeira semana, que se inicia dia 14 de Novembro, iremos promover o Dia da Escola, o Dia da Inovação e o Dia da Saúde. Convidamos todos os interessados a acompanharem as acções que se irão desenvolver, consultando a agenda do candidato neste site. Queremos chegar à campanha eleitoral com a certeza de que tomámos a iniciativa de abordar matérias que interessam aos portugueses. Não nos deixaremos limitar pelas prioridades da agenda mediática, nem aceitaremos que este tempo, que deve ser de apresentação e debate de ideias, fique reduzido a querelas que em nada contribuem para reforçar a participação dos cidadãos na vida política.
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sexta-feira, novembro 11, 2005

Candidatura Manuel Alegre está a ultrapassar no Algarve, todas as expectativas


Luís Filipe Madeira apoia Manuel Alegre

A candidatura de Mário Soares é "um disparate, não me peçam para acompanhar disparates". Foi esta a justificação dada por Luís Filipe Madeira - um histórico do Partido Socialista - para apoiar a candidatura de Manuel Alegre, no Algarve, e não seguir o seu velho amigo Soares, na corrida para Presidente da República. Luís Filipe Madeira, em declarações ao PÚBLICO, considera que a candidatura do fundador do PS representa um "risco desnecessário", salientando que "havia outra pessoas, não apenas Manuel Alegre", para se lançarem nesse desafio. Questionado sobre o motivo por que, nas eleições para a liderança do PS apoiou João Soares e agora está com Alegre, respondeu: "Não pertenço à Casa Soares - sou um cidadão, não sou um criado de serviço." O antigo deputado e líder parlamentar socialista, na passada segunda-feira, já participou na reunião alargada da candidatura de Manuel Alegre, realizada no Instituto da Juventude em Faro, mas diz que não vai integrar "nenhum órgão político da candidatura". Embora não assuma um papel activo na campanha, o mandatário distrital, João Barros Madeira, (ex-dirigente do PRD), considera que o contributo de Luís Filipe Madeira representa uma "mais-valia, numa candidatura que está a ultrapassar no Algarve, "todas as expectativas". Na próxima semana, adiantou, vai ser aberta a sede distrital da candidatura, em Faro. Ainda sobre as adesões à candidatura de Manuel Alegre, o mandatário, médico de profissão, disse que tinha a incumbência de arranjar 500 assinaturas, "mas o número, ainda a um mês da data-limite, já foi largamente ultrapassado". Dos subscritores da candidatura, além de Luís Filipe Madeira, destaca também o da vice-reitora da Universidade do Algarve, Isabel Cruz, bem como do ex-presidente da Câmara de Faro João Botelheiro. As cidades de Tavira, Vila Real de St.º António, Loulé e Portimão, disse, são aquelas onde a "estrutura politica" de apoio está mais avançada, lutando com "algumas resistências por parte do aparelho socialista". O não avanço do processo da regionalização levou Luís Filipe Madeira afastar-se da política activa, nos últimos anos, mas nunca deixou exercer influência no Partido Socialista. No Algarve, dedica-se à advocacia, mas continua a ser vista como uma "figura nacional" da política. No que diz respeito a Mário Soares, embora discorde da sua candidatura, por considerar "um risco para ele e para o Partido Socialista", não lhe poupa elogios: "Não se pode destruir o património que ele é no PS e no país", sublinhou. As razões por que vota Manuel Alegre, disse, é porque ele é "uma entre outras pessoas candidatáveis, mas isso não significa que seja um mal menor - é um bem possível", sublinhou. Por fim, acrescentou: "O Partido Socialista não devia ter pedido isto a Mário Soares, por respeito a ele próprio."
(títulos da responsabilidade da editoria do site nacional de Manuel Alegre)

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quinta-feira, novembro 10, 2005

Manuel Alegre condecorado pela República de Cabo Verde

Na próxima sexta-feira, dia 11, pelas 17.30, na Embaixada de Cabo Verde em Lisboa, Manuel Alegre é agraciado com o Primeiro Grau da Ordem Amílcar Cabral.
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As mãos










Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no Tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

Manuel Alegre, O Canto e as Armas, 1967




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Manuel Alegre lidera

Presidenciais: entrevistas da TVI aos candidatos
Manuel Alegre é, para já, o líder do Campeonato das Audiências e Mário Soares está com a lanterna vermelha. A classificação final só ficará estabelecida depois de segunda-feira, dia em que Cavaco Silva entrará em campo para se submeter à entrevista da TVI.
Manuel Alegre foi o mais visto pelos telespectadores que têm assistido às entrevistas da TVI aos candidatos à Presidência da República e transmitidas no ‘Jornal Nacional’, entre os dias 2 e 7 deste mês, todas elas conduzidas pela editora de política do canal, Constança Cunha e Sá. O facto de ser guia do campeonato permite ao poeta socialista afirmar a sua felicidade. “Fico contente, mas não vou deitar foguetes. É um sinal. É um bom indicador”, reconheceu ao CM. Mário Soares, último da tabela, tem, porém, razões de queixa. No dia em que foi entrevistado, o antigo Presidente da República tinha um adversário de respeito num canal da concorrência. Dito por outras palavras: a SIC, no ‘Jornal da Noite’, entrevistava em exclusivo a colombiana Shakira. O comunista Jerónimo de Sousa é o segundo da tabela, seguido de Francisco Louçã. Na próxima semana ficaremos a saber se Cavaco Silva será capaz de chegar ao topo. Fonte da candidatura admite que sim, considerando que “muitas pessoas estão a contactar as Relações Públicas da TVI para saber quando é que se realiza a entrevista”.
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quarta-feira, novembro 09, 2005

«Não é pecado estar à frente de Soares»















Excertos da entrevista de Manuel Alegre à TVI
Em entrevista conduzida pela jornalista Constança Cunha e Sá, que durou cerca de 45 minutos, Manuel Alegre falou das relações com Mário Soares e o PS e da sua decisão de se candidatar a Belém. «Só senti impulso e alegria de me candidatar depois do PS se ter pronunciado a favor do Dr. Soares», revelou. «Senti que havia muita gente que queria que eu me candidatasse» e «respondi a esses sinais», acrescentou.
Sobre Mário Soares, Manuel Alegre assegurou que o ex-Presidente da República e fundador do Partido Socialista não é o seu adversário, mas salvaguardou depois que «não é um crime de lesa-majestade uma pessoa ousar candidatar-se e derrotar o Dr. Mário Soares». Assumindo-se como um candidato «independente dos aparelhos partidários», Manuel Alegre sustentou que veio «estragar a festa» de quem pretendia que estas eleições presidenciais fossem um frente-a-frente entre Mário Soares e Cavaco Silva. «Cavaco não resistiria a governar» Sublinhando que «não há coroações em eleições democráticas, nem vencedores antecipados», Manuel Alegre voltou a referir que «o meu combate não é contra pessoas, é tentar passar à segunda volta». «Nesse sentido, o meu adversário principal é Cavaco Silva», insistiu. Sobre o antigo Primeiro-ministro, Manuel Alegre defendeu que Cavaco Silva tem «mais vocação de governante» e que dificilmente resistirá a essa vocação se for eleito Presidente da República. «Acho que é uma pessoa séria e íntegra, mas é um homem crispado e tende a crispar a vida política», argumentou. O dirigente do PS defendeu que o «Presidente da República não pode governar, tem que estimular». «O Presidente da República tem que ser um impulsionador, tem que propor um pacto para garantir a estabilidade social», rematou, sem deixar de referir que «os pactos não são necessariamente maus».



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terça-feira, novembro 08, 2005

Alegre posiciona-se à esquerda e diz não recear deriva presidencialista

Votei contra todas revisões
Depois de dizer que só sentiu verdadeiramente “vontade” de se candidatar a Presidente da República depois de preterido pelo PS, relativamente a Mário Soares, o candidato Manuel Alegre defendeu ontem ser “independente, mas não contra os partidos” e lembrou ter votado “contra todas as revisões constitucionais”.
Colocando-se à esquerda no espectro político, Alegre elege “a crise do País” como adversário, diz não ter ficado surpreendido com a candidatura de Soares, entende que “não é crime ficar-lhe à frente” e garante não recear qualquer deriva presidencialista por parte de Cavaco Silva. “Não deixarei de dormir tranquilo se ele vencer as eleições. Se houver alguma deriva cá estaremos”, afirma Alegre, explicando que, “ao contrário de alguma direita”, também não recearia a eventual eleição de Jerónimo de Sousa. O candidato recusa ter como objectivo ficar à frente de Soares, desmentindo, em entrevista à TVI, ter exultado com sondagens que o davam à frente do ex-Presidente da República, mas com vitória de Cavaco Silva à primeira volta. “Olhei para essas sondagens com preocupação e humildade”, garantiu, acrescentando considerar-se o mais capaz de bater o ex-primeiro-ministro numa segunda volta. A Cavaco Silva acusa a natureza “crispada” e a “tentação de governar” a partir de Belém. “Está-lhe na natureza”, conclui.

Para conhecer o "Contrato Presidencial" apresentado aos Portugueses CLIQUE AQUI

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Contrato Presidencial (documento integral)

Para ter um conhecimento do documento que rege a candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República, pode descarregar um cópia do Contrato Presidencial CLICANDO AQUI

domingo, novembro 06, 2005

A pátria, o hino e bandeiras encheram Altis

Foi uma cerimónia diferente, a da apresentação de candidatura de Alegre. O hino e as bandeiras nacionais marcaram presença e por várias vezes se gritou "Portugal".
"Felizmente, temos casa cheia", dizia o apresentador da candidatura de Manuel Alegre, pouco antes de, na sala Europa do Hotel Altis, se iniciar a apresentação do "contrato presidencial" do candidato a chefe de Estado, cerimónia onde por diversas vezes se ouviu aplaudir a palavra pátria. A sala - a mesma que já a 31 de Agosto se enchera quando Mário Soares ali apresentou a sua candidatura - estava de facto repleta de apoiantes, oriundos de várias zonas do país, e de elementos da comissão de honra, e também de bandeiras nacionais, que pela primeira vez se viram numa sessão de campanha. Também em estreia em candidaturas presidenciais, no Altis ouviu-se ontem cantar o hino nacional. Na primeira fila, além de Mafalda Alegre, mulher do candidato, estavam membros da comissão política e da comissão de honra de Alegre, como Abílio Hernandez Cardoso, Luís Mota, Inês Pedrosa, Faria e Costa, Henrique Melo, Pina Pereira. E também o mandatário para a juventude, Pacman, vocalista dos Da Weasel, para quem, nestas coisas de candidaturas, "enquanto uns organizam e outros discursam" ele prefere cantar, como destacou. Entre os apoiantes viam-se velhos amigos e companheiros de armas do "homem de esquerda" que agora se candidata a Presidente, no qual encontram, como dizia Edmundo Pedro, uma atraente "renovação de ideias". "Amigo, companheiro de jornada e padrinho de casamento" de Alegre, Edmundo Pedro já em Agosto estivera na mesma sala, para apoiar Soares, o que se deveu ao facto de ter pensado que Alegre não avançava, como explicou ao PÚBLICO. "As razões são simples. Quando o Manuel Alegre disse em Viseu que não se candidatava eu telefonei ao Mário Soares a dar-lhe o meu apoio. Mas depois o Manuel Alegre decidiu avançar e tive de ir dizer ao Mário [no Ritz, na apresentação do manifesto] que não podia continuar a apoiá-lo, porque ia fazer parte da comissão de honra de Alegre." Numa das primeiras filas esteve também Stela Piteira Santos, viúva de Fernando Piteira Santos e outra companheira de luta de Alegre, do tempo que passaram em Argel, depois de ter sido criada em Paris a Frente Patriótica de Libertação Nacional, que o candidato dirigiu. "Não é só uma questão de amizade e política que me leva a apoiá-lo, é também porque acho que ele será um Presidente competente", salientou ao PÚBLICO. Além das figuras da resistência, na sala do Altis - onde ainda antes da intervenção de Alegre soou uma gravação da "Trova do Vento que Passa", entoada por Adriano Correia de Oliveira - estiveram também muitas personalidades do mundo académico, do futebol e das artes. "A candidatura de Alegre é uma pedrada no charco das candidaturas hegemónicas e previsíveis. Ele é provavelmente o único que tem um manifesto em que se levantam problemas que reportam para um projecto presidencial e não para um programa presidencial, porque esse está na Constituição", defendeu ao PÚBLICO o professor universitário João Mendes, para quem o candidato independente apresenta "propostas com um carácter consideravelmente inovador". E já depois de apresentado o "contrato presidencial" era isso mesmo que outros destacavam também, elogiando a intervenção do candidato, que, no final, ainda no palco, entoou com os presentes o hino nacional. À saída, foi porém a entoar a "Trova do Vento que Passa" que muitos abandonaram o Altis.
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sábado, novembro 05, 2005

Manuel Alegre apresentou "Contrato Presidencial"









"Candidato-me por um Portugal de todos. Não apenas dos donos dos aparelhos, sejam eles económicos, mediáticos ou políticos. Não há donos do voto nem da consciência dos homens e das mulheres livres de Portugal. Candidato-me por um Portugal que se diga no plural, uma Pátria que sois vós, uma Pátria que somos nós, um Portugal de todos."


Razões da candidatura
Candidato-me a Presidente da República por decisão pessoal, no espírito, aliás, da Constituição. Sem apoios de aparelhos partidários. Livremente. Sou um homem da esquerda dos valores e dirijo-me a todos os portugueses que acreditam na Pátria, na liberdade e na democracia. Portugal atravessa uma crise resultante do período de transição que estamos a viver e de profundas mutações que se manifestam: de sociedade política e socialmente fechada para sociedade aberta; de país de emigração para país de imigração; de crescimento demográfico para envelhecimento. E sobretudo de declínio da sociedade industrial tal como a conhecemos nos últimos dois séculos. Há um ciclo de vida que está a acabar e outro, ainda sem contornos claros, que está a nascer. Há uma crise do Estado, que por sua vez é fruto de uma crise da sociedade, da confusão e ausência de valores, do declínio do espírito de serviço público, do facilitismo, da negligência e do egoísmo. Há cada vez mais gente que já não acredita. Há um clima de suspeição, desconfiança e descrença que pode dar origem a graves tensões sociais e políticas. Convém lembrar que esta situação não é nova. Uma sondagem publicada pelo Expresso em 24.10.92 indicava que 85% dos entrevistados mostravam grande desconfiança em relação aos titulares de cargos públicos. Havia na altura um clima de suspeição em relação ao clientelismo, bem com à degenerescência dos padrões éticos da política. Apesar da sua fama de autoridade e rigor, o então Primeiro Ministro não conseguiu travar a deriva. A desilusão provocou a maior taxa de abstenção nas eleições de 1995. A crise é sobretudo uma crise de confiança. Na minha opinião, ela exige, não uma visão tecnocrática, mas uma nova e ousada visão estratégica e política para Portugal.

Para ter acesso ao texto integral CLIQUE AQUI


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quinta-feira, novembro 03, 2005

“Mobilizar a juventude” - Filha de Alegre é que o convenceu a convidar Pacman

“Ele é muito interventivo”

O candidato à presidência esteve ontem pela primeira vez com Pacman, o seu mandatário para a juventude. Almoçaram comida indiana e falaram de Cabo Verde, política e música.
Manuel Alegre esteve ontem pela “ao vivo” com Pacman, o seu mandatário para a juventude, num “almoço de amigos”, num restaurante indiano de Lisboa. O convite a Pacman foi uma sugestão de Joana Alegre, filha do candidato, a quem o pai dedicou o livro “As Naus de Verde Pinho”. A estudante de Ciências Políticas e Relações Internacionais não pretende seguir a carreira do pai, mas para já vai dando uma ajudinha nos bastidores. “Lembrei-me do Pacman porque, como todos os cantores de hip-hop, é interventivo e muito emprnhado em causas sociais”, diz Joana. “O que fiz foi pôr o meu pai ao corrente do que se passa” aforma a filha do candidato. Manuel Alegre ouviu a sugestão de Joana e dos seus amigos e a música de Carlos Nobre Neves, aliás, Pacman. “Ouvi a Trova do vento que passa” no CD “Composto de Mudança” cantada pelo Pacman e gostei da irreverência”, conta Alegre, que durante o almoço ofereceu a Pacman vários livros seus. Alegre e Pacman aproveitaram o almoço para se conhecer e, pelos vistos, estão em sintonia. Tanto que Pacman até confidenciou que gostaria de contar com a voz do poeta num futuro trabalho. “Mobilizar a juventude” Manuel Alegre não se fez rogado. “Claro que aceito o convite”, disse orgulhoso. Entre uma garfada de frango e camarões com molho de coco, falaram de Cabo Verde, de política e de música. “Eu sou poeta, ele é músico, além de muitas afinidades, sentimos aquilo que é a batida da terra. Um estado de alma que se pode sentir na música de Pacman”, diz Alegre. Pacman foi considerado pelo candidato como uma pessoa que pode ter um papel muito importante no combate ao “desinteresse e até deuma certa desconfiança dos jovens” em relação à vida política”. Alegre ficou ontem a saber que pode ainda contar com o apoio dos treinadores de futetol Jesualdo Ferreira e Manuel José, que decidiram integrar a Comissão de Honra.

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quarta-feira, novembro 02, 2005

Manuel Alegre apresenta o seu manifesto eleitoral

Na próxima Sexta-feira, dia 4 de Novembro de 2005, às 18.30h, no Hotel Altis, em Lisboa, Manuel Alegre apresenta o seu manifesto eleitoral.

Aparece e traz outro amigo também.

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É preciso mobilizar a juventude para as suas próprias causas

O candidato a Presidente da República Manuel Alegre renovou hoje as críticas ao seu adversário Cavaco Silva por o antigo primeiro-ministro ter afirmado que não é um político profissional, reclamando ter levantado o assunto antes de Mário Soares. (...) Manuel Alegre falava à margem de um almoço com o seu mandatário nacional para a juventude, o músico "Pacman", dos Da Weasel, em Lisboa, reagindo às declarações do seu adversário Mário Soares, que hoje reiterou as críticas a Cavaco Silva, acusando-o de não assumir a sua condição de político por falta de coragem e por estar "na moda dizer mal da política".
(...) "É evidente que ele é um político", afirmou Manuel Alegre, lembrando que Cavaco Silva foi primeiro-ministro de Portugal durante dez anos e é agora candidato a Presidente da República. A 20 de Outubro, ao apresentar a sua candidatura às presidenciais de Janeiro de 2006, Cavaco Silva disse que não é um político profissional e demarcou-se dos partidos políticos. No almoço, Manuel Alegre considerou que o seu mandatário para a juventude pode ter um papel muito importante no combate ao "desinteresse e até de uma certa desconfiança dos jovens" em relação à vida política. "É preciso mobilizar a juventude para as suas próprias causas", disse.
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terça-feira, novembro 01, 2005

Candidato inaugurou sede em Évora rodeado de dezenas de militantes do PS

Alguns dos mais prestigiados autarcas alentejanos eleitos pela CDU alinham com Manuel Alegre nas próximas eleições presidenciais. Incluindo o decano deste grupo Fernando Caeiros, presidente da Câmara de Castro Verde, que lidera desde 1976. Ao que apurou o DN, Caeiros integrará a Comissão de Honra de Alegre. Outro autarca comunista que também apoia Alegre é Alfredo Barroso, recém-reeleito presidente da Câmara do Redondo, desta vez à frente de uma lista independente. Este autarca, que mantém a filiação no PCP, salientou que Alegre "merece toda a confiança dos portugueses" na corrida a Belém, sobretudo por ser um candidato "à margem da lógica dos aparelhos partidários". Barroso não receia ser alvo de sanções disciplinares no PCP por apoiar Alegre e não o candidato oficial do partido, Jerónimo de Sousa. "Trata-se de uma candidatura presidencial e não de uma candidatura partidária", disse ao DN, acrescentando "José Saramago, militante do PCP, apoia Mário Soares para Belém sem problema nenhum." Outro dos autarcas comunistas que alinham com Alegre é Rogério de Brito, histórico presidente da Câmara de Alcácer do Sal que nestas eleições saiu. Também Carlos Brito, histórico comunista que entrou em ruptura com a direcção do PCP, está com Alegre. O candidato inaugurou ontem a sua primeira sede de campanha. Para o efeito, escolheu uma cidade que costuma votar à esquerda Évora, onde foi recebido por cerca de uma centena de apoiantes - a maioria dos quais militantes e simpatizantes do PS. Incluindo várias personalidades que noutras eleições estiveram ao lado de Mário Soares. Na ocasião, o poeta disse não precisar de ler sondagens para perceber que a sua candidatura "está a crescer", garantindo que o objectivo de chegar à segunda volta - em competição directa com Cavaco Silva - é algo que está ao seu alcance. "Sinto que há uma corrente. É daquelas coisas que se lêem", lembrou o candidato, assegurando que sabe interpretar "esses sinais". Nesta mesma cidade, na semana passada, esteve José Sócrates, exortando os socialistas alentejanos a votar Mário Soares. Um facto que não atemorizou Alegre. "Candidato-me com o espírito da Constituição, como cidadão apoiado por cidadãos do meu país", referiu o histórico militante do PS. O candidato reiterou que não irá devolver o cartão do partido, afirmando ter ao seu lado "muitos socialistas, até da Comissão Política Nacional, e muita gente que não é do PS". E aproveitou para revelar o apoio que já lhe foi manifestado por Costinha, um dos capitães da selecção nacional de futebol. Costinha integrará a Comissão de Honra de Alegre, a divulgar nos próximos dias. Também na Comissão de Honra deve figurar o sindicalista Paulo Sucena, líder da Fenprof e membro da Comissão Executiva da CGTP. O manifesto eleitoral será tornado público na sexta-feira, dia 4.

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