Candidatura Alegre Presidente - Algarve Jovem

terça-feira, janeiro 24, 2006

OBRIGADO MANUEL ALEGRE

Manuel Alegre foi e é um dos grandes protagonistas destas eleições eleitorais, ao ficar em 2.º lugar, a pouquíssimas décimas de atingir um dos objectivos desta candidatura, a passagem à segunda-volta.
Mas por outro lado, foi uma vitória da cidadania. Foi a vitória de um movimento cívico e independente que agregou nesta candidatura um estrato transversal no prisma político português, desde a direita à esquerda, e sem qualquer apoio de máquina partidária, simplesmente o voluntarioso apoio dos cidadãos e das cidadãs que apoiaram Manuel Alegre.
Por este Blog, pelos Jovens Algarvios que apoiaram e votaram em Manuel Alegre, dizemos, MUITO OBRIGADO MANUEL ALEGRE, por esta grande lição de vontade, cidadania e ideologia de valores pelo bem estar dos portugueses.

Obrigado a todos os que colaboraram com este Blog, deste os contributos aos comentários, e a todos os que trabalharam voluntariamente na candidatura aqui no Algarve bem como a nível nacional, tanto na campanha "Sénior" como na campanha Jovem.

Deixo-vos aqui um pequeno excerto do discurso de Alegre, na noite das eleições que no fundo é um belo exemplo da forma cívica que construíu e conduziu esta candidatura.

"Aquilo que conseguimos, contra tudo e contra todos, foi um milagre cívico.
Ficou claro que há mais espaço para a cidadania para além dos partidos.
Espero que os jovens que participaram na campanha continuem esta luta.
A esquerda perdeu e como homem de esquerda estou solidário."


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sexta-feira, janeiro 20, 2006

VOTA, VOTA ALEGREMENTE, POR UM PORTUGAL PARA TODOS!

Há um voto esfingico...
outro bonancheiro...
para acabar com este ciclo decandente...
há que votar
ALEGREMENTE!!!

NO DOMINGO, NÃO DEIXE DE IR VOTAR.

VOTE EM CONSCIÊNCIA.

VOTE POR UM PORTUGAL PARA TODOS.

VOTA EM MANUEL ALEGRE!!!

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No Comício Festa do Pavilhão Atlântico

Alegre diz que é incómodo porque se ganhar impedirá clientelismo
Manuel Alegre afirmou quinta-feira à noite que a sua candidatura independente a Belém é incómoda porque, se for eleito, terá acesso a muita informação e impedirá os interesses ilegítimos, a suspeição e o clientelismo.
(...) "É por isso que a minha candidatura incomoda tanta gente e que tanta ou certa gente gostaria que não fosse eu a passar à segunda volta. Como Presidente da República, vou ter muita informação, vou saber muita coisa e muita coisa não se passará por que não deixarei que se passe", acrescentou. O dirigente do PS assegurou depois que garantirá "a transparência, a decência, a saúde da democracia" e que impedirá "os interesses ilegítimos, obscuros e todas as formas de suspeição e de clientelismo que minam o Estado democrático". Afirmando que tem contra si "todos os aparelhos partidários", da direita à esquerda, Alegre apelou ao voto dos eleitores "de todos os quadrantes" para que "não se perca a esperança" criada com a sua candidatura sem apoios partidários. "Esta é uma candidatura de grande transversalidade. Sou um homem da esquerda, da esquerda da resistência ao fascismo, da cadeia e do exílio, de todos os combates, da esquerda dos valores e não dos interesses, mas dirijo-me a todos os que partilham os valores que defendo", disse. Aos milhares de pessoas presentes no concerto-comício, Alegre enumerou os seus valores: "Liberdade, um certo conceito de pátria e de portugalidade, democracia, no princípio fundamental da justiça social, seja segundo a doutrina social da Igreja ou do socialismo". O vice-presidente da Assembleia da República insistiu que é o único que pode vencer Cavaco Silva, que definiu como "o candidato da direita" e "do neo-liberalismo e do desmantelamento do Estado social" e que "já provou o que era quando foi primeiro-ministro". A derrota de Cavaco Silva foi a motivação apontada por Alegre para fazer um apelo "solene e muito sentido" ao voto dos socialistas, sustentando que, "por muito que isso custe a alguns", só ele pode vencer passar à segunda volta e vencer o candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP. A todos, o candidato independente pediu que se mobilizem e que no domingo "nenhum voto fique em casa, que nenhum voto troque de campo, nenhum voto se engane, que cada voto conte para o essencial: a passagem à segunda volta".
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Manuel Alegre quer "a vitória completa"

A interrupção voluntária da gravidez foi, pela primeira vez, introduzida na campanha eleitoral de Manuel Alegre pela voz da dirigente nacional do PS Ana Sara Brito. Num jantar que reuniu mais de 500 apoiantes, ontem, na Quinta dos Gafanhotos, em São Domingos de Rana, Cascais, a coordenadora operacional da campanha apelou ao voto das "mulheres de esquerda", aproveitando para criticar o líder do PS, que decidiu adiar para Setembro deste ano um novo projecto de lei para a realização de um referendo sobre o aborto.
"Às mulheres de esquerda do meu país apelo para votarem em Manuel Alegre porque ele jamais deixará que se usem as mulheres como moeda de troca, como fez um tal engenheiro quando se fala em IVG e aborto", afirmou. Na breve e incisiva intervenção que proferiu, a dirigente socialista não poupou ataques ao seu partido, numa iniciativa inédita desde que começou a campanha de Alegre. Salientando que o candidato independente "nunca esteve ligado a grupos de interesse e foi sempre uma voz livre", Ana Sara Brito admitiu estar "muito cansada" de ver no PS "a promoção dos medíocres, dos subservientes ao chefe, dos que vivem do partido". "Manuel Alegre nunca foi um deles", frisou. Alegre não incluiu no seu discurso a questão da interrupção voluntária da gravidez, apontando somente que "as mulheres em Portugal continuam a ser profundamente discriminadas". Contudo, numa intervenção em que repetiu algumas das ideias-chave do seu "contrato presidencial", o candidato sublinhou que o "movimento de cidadania" criado em torno da sua candidatura "já mudou a política". "Agora precisamos de mudar Portugal", disse, em jeito de derradeiro apelo ao voto. Alegre assumiu que "há uma grande incerteza, uma grande indecisão", mas declarou: "Não gosto de perder nem a feijões. Não há vitórias morais, não há meias vitórias. A vitória terá de ser completa." Afirmando-se convicto na realização de uma segunda volta das eleições presidenciais - "Se passar à segunda volta ,garanto-vos que vou ganhar", assegurou -, Alegre alertou para a necessidade de os seus apoiantes lutarem contra a "indecisão". "Temos de fazer um grande esforço contra a indecisão, contra aqueles que ainda acreditam em salvadores da pátria", disse, numa clara alusão ao candidato apoiado pelo PSD e CDS-PP, Cavaco Silva. E, somando mais uma referência a Cavaco e tentando desvalorizar os resultados das sondagens, acrescentou: "Nenhum de nós é virgem. Nenhum de nós pode fazer o papel de salvador." Nos derradeiros dias de campanha, Alegre continua a prodigalizar o discurso em torno da distância entre a sociedade e a classe político-partidária e, neste contexto, atribuiu ao seu "movimento" a classificação de "pioneiro" no investimento pela democracia participativa. Por isso, no comício que encerrou a campanha no Norte, anteontem à noite, no Teatro Rivoli, no Porto, notou: "Este movimento pode ser um movimento pioneiro como o foi no seu tempo o 25 de Abril."
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Manuel Alegre em Cascais

O povo já percebeu o que está em jogo
“A maneira como fui recebido no Barreiro mostra que o povo já percebeu o que está em jogo” afirmou Manuel Alegre em Cascais, no maior jantar da campanha eleitoral. A dois dias do final da campanha, Alegre apelou “a um grande esforço contra a indecisão e contra aqueles que ainda sonham com um D. Sebastião”. E acrescentou: “Nestes dias que faltam, vou ter contra mim todos os ministros e todos os aparelhos partidários. Os da direita porque já perceberam que sou eu que posso ir à segunda volta, os de esquerda por razões que a razão desconhece.”
Alegre referiu-se ao facto novo que a sua candidatura representa, fazendo com que muita gente voltasse a acreditar. “Não tenho empregos para prometer”, disse Alegre. “Aquilo que prometo é decência na democracia, fraternidade, solidariedade, sensibilidade às injustiças”, disse o Candidato. “Se passarmos à segunda volta e vencermos as eleições, isso será uma revolução pacífica e uma demonstração do poder dos cidadãos.” À pergunta de uma jornalista sobre a eventualidade de uma sondagem iminente poder alterar os cenários actuais, Alegre respondeu com ironia: “Já estou à espera do milagre das rosas.” Alegre terminava assim um dia passado no distrito de Setúbal, onde a volta pelo centro do Barreiro e a consciência política de muitos eleitores que se lhe dirigiram lhe deixaram a convicção de que “o povo não quer perder direitos sociais, nem quer crispação”, mas quer escolher “a renovação e a mudança” que a sua candidatura representa.
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quarta-feira, janeiro 18, 2006

Festa de Encerramento, "Sempre a Abrir! Manuel Alegre/2006"




Espectáculo no Pavilhão Atlântico - 19 de Janeiro, 21h00

AUTOCARROS DO ALGARVE
Sotavento - Partida de Vila Real de Santo António
Barlavento - Partida de Portimão

Informações e Reservas contactar 961 320 536 / 289 826 103

Com a presença Manuel Alegre, e actuação de Jorge Palma, Paulo de Carvalho, PacMan, Rádio Macau, UHF, Quinteto TATI, Pedro Barroso, Manuel Freire, Lena D'Água, Francisco Fanhais, Micro Audio Waves, Rui Moura e muito mais. Informamos que no âmbito da campanha “Traga Outro Amigo Também”, na compra de um bilhete na sedes ou iniciativas de candidatura (ou no Espaço Já em Lisboa) serão oferecidos até três bilhetes convites grátis.

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Manuel Alegre no Porto

Candidatura pode ser um movimento pioneiro
Manuel Alegre afirmou hoje que a solução para a crise do sistema de representação política na Europa poderá vir a passar por movimentos de cidadania semelhantes ao criado em redor da sua candidatura presidencial.
"Talvez a crise do sistema de representação [na Europa] tenha de passar por movimentos que nasçam em torno de causas e projectos como nasceu este", afirmou o candidato num comício no Teatro Rivoli, Porto. Para Alegre, o movimento de cidadania criado em torno da sua candidatura presidencial "pode ser pioneiro como no seu tempo foi o 25 de Abril" de 1974. Pioneiro "para Portugal e mesmo para a crise do sistema de representação política que existe um pouco por toda a Europa", disse. Manuel Alegre enquadrou o surgimento do movimento de cidadania no "divórcio entre as elites ou pseudo-elites e os eleitorados, como aconteceu no referendo em França, em que os partidos institucionais foram derrotados por cidadãos ou movimentos não estruturados". O candidato garantiu nunca ter sido "contra os partidos", reafirmando que defendeu a sua existência quando eles não existiam em Portugal. "Como deputado à Assembleia Constituinte, sou um dos fundadores deste regime pluralista e pluripartidário. Quem é contra os partidos é quem dentro dele s se julga dono da política", disse. A Europa, afirmou, precisa de "mais coesão e menos défice democrático". Dirigindo-se directamente aos eleitores socialistas, o candidato admitiu acreditar que se "sintam perplexos e até divididos". "Mas chegou o momento de decidirem se querem derrotar Cavaco Silva ou não", acrescentou.
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terça-feira, janeiro 17, 2006

Alegre muito bem recebido na Lota de Matosinhos

Foi uma visita rápida mas que decorreu com entusiasmo e calor humano. Manuel Alegre deu a cara para ir a um local onde nenhum político tinha voltado desde a morte trágica de Sousa Franco. À saída, respondendo aos jornalistas, o Candidato reafirmou que “não há locais proibidos em Portugal”.
Alegre começou bem o dia no distrito do Porto com a visita à Lota de Matosinhos, "local de gente que trabalha", frisou o candidato, que encontrou, por entre os abraços e beijos das peixeiras, um companheiro de infância de Águeda. Perguntado pelos jornalistas sobre se estava a fazer uma homenagem a Sousa Franco, Alegre esclareceu que estava a “fazer um acto normal de campanha num local de trabalho a que sempre se veio”, mas que este acto era «objectivamente um acto de homenagem».

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Manuel Alegre em homenagem aos mártires da liberdade


Manuel Alegre, que até agora protagonizou sozinho as homenagens efectuadas a personalidades como Norton de Matos, Fernando Valle, Miguel Torga, desta vez pousou a coroa de flores junto ao monumento de "memória dos aveirenses que sofreram pela liberdade".
O candidato presidencial contou em pessoa a história dos mártires de Aveiro. "Nove deles foram enforcados na praça Nova, no Porto - primeiro quatro, depois os restantes cinco. Entre os quatro primeiros estava um antepassado meu", explicou. Os corpos dos mártires foram decapitados e as suas cabeças colocadas frente às casas das suas famílias, mas quando o espectáculo mórbido dos corpos decepados seguia pelas ruas de Aveiro "as casas fecharam as suas janelas e portas". "Aquele silêncio foi uma homenagem aos heróis da liberdade, um grito de liberdade por parte de Aveiro", disse Alegre.

Veja o Video
Manuel Alegre homenageia heróis da liberdade Fonte: TVI
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Alegre em Aveiro

Candidato diz que quer ser o Presidente de todos os portugueses e imigrantes
Manuel Alegre garantiu hoje que se for eleito será "Presidente de todos os portugueses e de todos os estrangeiros" residentes em Portugal, salientando que todos os imigrantes legalizados devem ter os direitos dos cidadãos nacionais.
O deputado socialista e candidato presidencial respondia a um imigrante que o abordou nas ruas de Aveiro, depois de ter prestado mais uma homenagem - desta vez recuou ao século XIX para lembrar os mártires de Aveiro, que em 1828 se rebelaram contra o absolutismo de D. Miguel.

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Manuel Alegre em Faro

“A sustentabilidade da segurança social é uma questão de regime”
Veja o vídeo do Comicio, clicando aqui...
Manuel Alegre afirmou ontem em Faro, naquele que foi um dos comícios mais concorridos da campanha, que “há questões que deixaram de ser apenas da competência do governo.” Alegre, depois de afirmar que “ninguém pode ter certezas” sobre uma eventual ruptura nos fundos da segurança social, “porque isso depende de haver ou não crescimento económico e de outros factores que não são previsíveis”, declarou: “A questão da sustentabilidade da segurança social é uma questão de regime.”
Manuel Alegre referia-se a declarações recentes de um membro do governo sobre a ruptura do sistema de segurança social no prazo de 10 anos. Alegre afirmou: “Se houvesse uma ruptura, isso significaria a falência do próprio 25 de Abril e da democracia. Esta é uma questão de regime. E como tal compete ao Presidente da República colocá-la aos partidos políticos, à Assembleia da República, aos sindicatos e às entidades patronais de todas as forças sociais e políticas do país.” Alegre concluiu com um compromisso: “Eu não permitirei que se destrua o direito constitucional do acesso ao serviço nacional de saúde nem ao sistema de segurança social”.

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Cavaco Silva desce pelo 5º dia consecutivo, Alegre sobe

O candidato presidencial Cavaco Silva desceu ligeiramente, pelo quinto dia consecutivo, na sondagem diária publicada no Diário de Notícias, que dá a maior subida a Manuel Alegre, com uma vantagem de 8,1 pontos percentuais sobre Mário Soares.
(...) Mas o dado mais significativo, na comparação com o início da campanha eleitoral, é a completa inversão dos resultados quando a questão é sobre quem passará, com Cavaco Silva, a uma eventual segunda volta. Aqui, Manuel Alegre ganhou terreno de forma evidente. No início da campanha 56,6 por cento dos inquiridos acreditavam que a segunda volta se disputaria entre Cavaco Silva e Mário Soares, contra apenas 30,6 por cento a apostar num duelo entre Cavaco e Alegre. Agora, são 51,1 por cento a acreditar que afinal é Manuel Alegre quem tem mais hipóteses de vir a defrontar Cavaco numa possível segunda volta e apenas 36,2 por cento dos inquiridos pensam que será Soares a poder fazê-lo.

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"Com Cavaco, teremos crise em seis meses"

Se Cavaco Silva vier a ser eleito Presidente da República, acusou o candidato presidencial independente, "ao fim de seis meses vamos ter uma crise política a partir da Presidência da República para que se cumpra o velho sonho da direita - um Governo, uma maioria, um Presidente." Um sonho que nasceu com Sá Carneiro. Perante cerca de 500 apoiantes num almoço em Portimão, Manuel Alegre afirmou que a "estabilidade" tantas vezes invocada por Cavaco Silva implica a substituição do actual Executivo de José Sócrates por uma maioria social-democrata.
O discurso, proferido antes de ser servido o frugal frango com batatas fritas e salada que constava da ementa, empolgou a sala. Na assistência, e ao contrário do que sucedeu em dias anteriores, viam-se muitos jovens. Um cenário repetido ao princípio da noite de ontem, na festa-comício em Faro perante 500 pessoas, considerou que Jorge Sampaio "devia falar mais grosso para ser ouvido" nos reparos que tem feito à situação da justiça. "Não podemos viver num país em que parece que toda a gente escuta toda a gente sem saber porquê." Entre os que o aplaudiram estava Luís Filipe Madeira, histórico dirigente do PS/Algarve, o ex-deputado comunista Carlos Brito e o cantor António Manuel Ribeiro. À chuva, de boné Estes foram os pontos altos de um dia assinalado pela estreia da chuva. "Foi preciso chegarmos ao Algarve para nos molharmos", observava alguém na caravana. Um autêntico dilúvio, que fez reduzir ao mínimo ou até anular algumas das acções de campanha previstas. Em Armação de Pera, Alegre limitou-se a uma breve visita à sede local da sua candidatura. Em Quarteira, não chegou sequer a contactar os apoiantes, que a chuva intensa entretanto dispersara. Antes, no centro de Lagos, foi recebido por algumas dezenas de pessoas junto à estátua do Infante D. Henrique. Seguiu-se a paragem em Portimão, onde o poeta Nuno Júdice se encontrava entre os que o receberam. De boné na cabeça, para se proteger da chuva, o candidato fez mais uma das suas homenagens a portugueses ilustres já desaparecidos - desta vez a Manuel Teixeira Gomes, um escritor portimonense que ocupou a Presidência da República entre 1923 e 1925, rumando de seguida a um exílio voluntário em Argel, onde faleceu em 1941. Alegre é escritor, viveu também exilado em Argel e sonha agora com Belém... (...) Também no Algarve, à semelhança do que sucedeu noutras regiões do país, não faltaram militantes socialistas que abraçaram Manuel Alegre, comunicando-lhe que tencionam votar nele no próximo domingo. Uma cena que se repete à medida que as sondagens - designadamente a da Marktest para o DN e a TSF, actualizada diariamente - vão consolidando o segundo lugar do poeta nas intenções de voto dos portugueses. Embalado por estes números, o candidato independente aproveitou um concorrido jantar com apoiantes realizado sábado em Beja para pedir expressamente o voto dos socialistas, o que aconteceu pela primeira vez desde o início da campanha eleitoral. Ideia subjacente a este apelo a bipolarização será feita entre Cavaco Silva e Manuel Alegre, tornando inútil o voto noutros candidatos à esquerda.

Veja o Vídeo clicando aqui, Cavaco em Belém trará crise política

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sexta-feira, janeiro 13, 2006

MANUEL ALEGRE EM CAMPANHA NO ALGARVE

No próximo Domingo, 15 de Janeiro, Manuel Alegre estará todo o dia, em Campanha pelo Algarve, que terá o seguinte programa:

11h00 - LAGOS (Largo Infante D. Henrique)
11h45 - MEXILHOEIRA GRANDE (Passagem)
12h00 - PORTIMÃO, Evocação a Manuel Teixeira Gomes (junto ao monumento)
12h30 - Almoço em Portimão no Retiro do Peixe Assado (zona Ribeirinha) Reservas pelo tlm.: 965 302 513
14h30 - ARMAÇÃO DE PERA (Largo da igreja)
15h30 - QUARTEIRA (Marginal/Calçadão)
17h30 - VILA REAL DE Sto ANTÓNIO (Praça da República)
19h00 - FARO – COMÍCIO (Conservatório Regional Maria Campina)
com a actuação do:
- Grupo de Dança do Farense
- António Manuel Ribeiro (UHF)

Não falte!!

Contamos Consigo!!

O ALGARVE ESTÁ ALEGRE!!

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FESTA DA JUVENTUDE ALGARVIA COM MANUEL ALEGRE

No próximo Sábado, dia 14 de Janeiro, pelas 23.00h, irá decorrer no Bar "O Património" em Faro, a FESTA DA JUVENTUDE ALGARVIA, com a presença de Manuel Alegre.















Não faltes!

Trás um Amigo!!!

Vamos demonstrar a força dos Jovens Algarvios com Manuel Alegre.


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Festa de Encerramento, "Sempre a Abrir! Manuel Alegre/2006"

Espectáculo no Pavilhão Atlântico - 19 de Janeiro













Com a presença de Jorge Palma, Paulo de Carvalho, PacMan, Rádio Macau, UHF, Quinteto TATI, Pedro Barroso, Manuel Freire, Lena D'Água, Francisco Fanhais, Micro Audio Waves, Rui Moura e muito mais.

Informações para venda de bilhetes no Pavilhão Atlântico.

Outros locais de venda de bilhetes: Bilheteiras do Pavilhão Atlântico Sede Nacional de candidatura de Manuel Alegre (em Lisboa) Espaço Já (Rua da Rosa, Bairro Alto, Lisboa) Lojas FNAC (Almada, Cascais, Chiado, Colombo, Norte Shopping, Gaia Shopping, Stª Catarina e Algarve Shopping) El Corte Inglés Agência Abep Agência Alvalade Casa Viola (Rua Augusta e Centro Comercial Colombo)
Preço de cada bilhete: 10 Euros
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Manuel Alegre em Mirandela

Alegre improvisa fado de Coimbra e "aquece" noite de Mirandela


















O fado de Coimbra "aqueceu" a noite fria de quinta-feira em Mirandela (zero graus), pela voz do candidato presidencial Manuel Alegre, que interpretou num jantar de campanha uma versão improvisada da "Trova do vento que passa". O convite para Manuel Alegre "subir ao palco" partiu dos músicos convidados para o jantar, perante a comunicação social, e o candidato a Presidente da República aceitou sem hesitar.
Manuel Alegre não cantou propriamente, como, aliás, admitiu, mas recitou os primeiros versos de cada estrofe do seu poema musicado por Adriano Correia de Oliveira, limitando-se a entoar baixinho o resto da música. O canto ficou a cargo dos guitarristas e apoiantes presentes na sala, que os acompanharam em coro, a plenos pulmões, destacando-se os elementos da sua comitiva, que, de pé e abraçados, se balançavam ao ritmo do fado. "Eu não cantei, eu estive a dizer. Mas se cantasse, cantava melhor", declarou o candidato aos jornalistas, no final do "espectáculo", depois de no início ter avisado que iria interpretar uma "versão rap, uma coisa moderna".

Veja o Vídeo clicando aqui, Jantar em Mirandela
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“É inadmissível, trinta anos depois do 25 de Abril”

Manuel Alegre sobre a divulgação de 80.000 escutas telefónicas
“É inadmissível que trinta anos depois do 25 de Abril haja pessoas que possam ser escutadas nestas condições, sem um mandato judicial” afirmou hoje Manuel Alegre, reagindo a notícia divulgada pelo jornal 24 horas, segundo a qual o Ministério Público terá controlado 80.000 chamadas de todos os órgãos de soberania."
“Os princípios, direitos, liberdades e garantias estão consagrados na Constituição” disse Alegre, que acrescentou: “Sabem o que é que eu penso da actuação do Procurador Geral da República, já o disse há um ano, já o disse recentemente. Acho que ele criou aqui uma grande brecha de suspeição.”

Veja o Video da Notícia clicando aqui, Alegre critica Souto Moura Fonte SIC
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"A bipolarização vai ser entre mim e Cavaco Silva"

"A partir de agora, a bipolarização vai ser entre mim e Cavaco Silva." Objectivo central: travar o sonho do PSD, que desde Sá Carneiro sempre pretendeu ter "uma maioria, um Governo e um Presidente". Alegre garante: "Isso não vai acontecer."
As três empregadas da mercearia Europa, em Monção, discutiam os atributos estéticos dos candidatos a Belém. "Dizem que ele tem os olhos bonitos", dizia uma delas, referindo-se a Alegre. E não tardou a exprimir um desejo "Gostava de poder cumprimentá-lo. Da outra vez, quando cá veio o Quim Barreiros, não consegui." Alegre parece tê-las ouvido. Minutos depois, ao chegar à vila, foi junto daquela mercearia que parou primeiro, não tardando a saudar a jovem que aludia aos seus "olhos bonitos". Que emudeceu na presença do candidato. Foi um pouco assim por todo o Minho, onde o socialista independente andou ontem em campanha. Manuel Alegre recebeu dois banhos de multidão, em Vizela e Fafe, e teve uma calorosa recepção em Guimarães. À hora do fecho desta edição, participava num jantar-comício em Braga. Em Ponte de Lima, prestou uma "comovida homenagem" ao general Norton de Matos, resistente ao salazarismo. Fez vários discursos - em que citou Alexandre Herculano, Jorge Sampaio, Salgado Zenha e o poeta alemão Holderlin - apelando à construção de "um país mais limpo" e à renovação do sistema político português. Criticou Mário Soares, que "não devia ter cometido o erro de se ter recandidatado". E tal como fizera na véspera, num jantar em Viana do Castelo, acentuou "A partir de agora, a bipolarização vai ser entre mim e Cavaco Silva." Objectivo central: travar o sonho do PSD, que desde Sá Carneiro sempre pretendeu ter "uma maioria, um Governo e um Presidente". Alegre garante: "Isso não vai acontecer." Mais à esquerda Em cada dia que passa, o candidato vai realçando o conteúdo de esquerda das suas mensagens políticas. Sem perder a simpatia dos mais conservadores, como na fria manhã de ontem ficou bem patente, nas visitas às feiras de Caminha e Valença. Aqui recebeu muitas palavras de incentivo, entre calças de ganga de proveniência duvidosa que parecem atrair muitos clientes galegos e a voz de Marco Paulo na tradicional cassete pirata. Enquanto ouvia ferozes críticas dirigidas a Mário Soares. "Dizem que ele é comunista", arriscava uma senhora idosa, falando com uma amiga. "Não é nada. Comunista é o Jerónimo. Este é dos bons", retorquia a outra, apontando o homem de barba grisalha que seguia metros adiante, de mão dada com a mulher. Em Vizela, Alegre puxou de velhos pergaminhos nos anos 80, contrariando a disciplina de voto na bancada socialista, votou a favor da elevação desta povoação a concelho. Já município (a elevação aconteceu em 1997), a vila mostra-lhe agora que é grata. "O povo está contente com Alegre a Presidente", gritavam as duas centenas de pessoas que ali ontem o receberam com evidente entusiasmo. O ex-deputado comunista José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores, lá estava também a ovacioná-lo. "Iniciámos há muito o caminho para a segunda volta. É nessa segunda volta que iremos vencer", disse Mendes no almoço em Vizela, que reuniu cerca de cem apoiantes. Ainda mais calorosa foi a recepção em Fafe, onde o ex-presidente socialista do município, Parcídio Summavielle, é um dos mais destacados apoiantes do candidato. Falando na Praça 25 de Abril, de cravo vermelho na mão esquerda, Alegre arrancou vivas ao garantir "Vamos ganhar estas eleições." O seu "quadrado", que recentemente lhe valeu o sarcasmo de Soares, "está hoje cheio de muita gente disposta a transformar Portugal". Gente que rejeita o "bloco central de interesses" e que quer "separar os negócios da política" - sobretudo os negócios que "são contrários aos interesses nacionais".
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quarta-feira, janeiro 11, 2006

Manuel Alegre em Viana

“O grande combate é entre mim e Cavaco Silva”

















“Agora as coisas estão claras – o grande combate é entre mim e Cavaco Silva” afirmou Manuel Alegre num jantar de apoiantes em Viana do Castelo. “Com todo o respeito por Mário Soares, com quem travei muitos combates, foi um erro candidatar-se pela terceira vez”, acrescentou o candidato. “O grande combate é entre mim e todos os que acreditam na esquerda dos valores e o candidato que representa a direita dos interesses, a direita que durante anos e anos dominou o nosso país.”
Manuel Alegre, que confessou sentir-se “com uma alma nova” depois do calor humano, entusiasmo e simpatia sentidos em Santarém, Coimbra, Viseu e Lamego, apelou aos presentes para que cada um seja “um combatente da cidadania”. E acrescentou: “Se nós impedirmos uma vitória de Cavaco Silva na primeira volta, garanto-vos que na segunda volta Cavaco Silva não me ganha.” O Candidato defendeu os direitos sociais inscritos na Constituição afirmando querer “que todas as crianças possam concluir os seus estudos e não serem obrigadas a fazer trabalho infantil.” Insistindo na necessidade da qualificação das pessoas para Portugal fazer frente à crise, Alegre defendeu a segunda oportunidade de ensino para os jovens que abandonam os estudos como “um novo direito social”. “Portugal não precisa de um Presidente que todas as quintas-feiras vá dar lições ao Primeiro Ministro. Nem de um Presidente que vá fazer o que já fez”, afirmou, numa alusão a Cavaco Silva e Mário Soares. “Portugal precisa de um Presidente com visão histórica e com uma visão poética capaz de transformar a vida.” Alegre concluiu: “Creio que tenho condições para dar um novo sonho a Portugal”.

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Manuel Alegre em Comício-festa em Coimbra

A revolução da cidadania

















No Teatro Gil Vicente repleto e com muita gente cá fora, Manuel Alegre, comovido com “a noite mais bonita” da sua vida, afirmou que “estamos a fazer uma nova revolução, a revolução da cidadania”. Alegre considera que “está a nascer qualquer coisa de inesperado”.
O candidato reiterou que não aceita “tanta precariedade, tanto medo”, nem “tanto corte do Estado que obriga a aumentar as propinas”, nem “tanta desigualdade entre homens e mulheres”. Alegre criticou o facto de Portugal ser o país da Europa onde há mais desigualdades sociais e criticou os “gestores de empresas públicas saltam de um lado para o outro e de um partido para o outro”. “Não aceito, acrescentou, que os salários dos nossos gestores públicos sejam dos mais altos da Europa e o salário mínimo dos mais baixos”. O candidato prometeu que consigo em Belém o poder económico não comandará o poder político”. Referindo-se a Cavaco Silva sem o nomear, Manuel Alegre referiu tê-lo ouvido dizer que se houvesse clientelismo “faria ouvir a sua voz. Mas ele foi Primeiro Ministro dez anos e nunca houve tanto clientelismo e ele nunca fez ouvir a sua voz”. “É preciso mudar os protagonistas, os métodos, os projectos, as ideias” disse Manuel Alegre. Recordando as homenagens feitas em Peniche e em Coja, Alegre recordou o juramento feito diante da campa de Fernando Valle e deixou uma promessa: “Se for eleito, o meu primeiro acto será dizer que serei fiel a esse juramento.” Alegre concluiu a sua intervenção dizendo-se “uma guerrilheiro da cidadania” e apelando a todos para mostrarem, no dia 22 de Janeiro, “o poder dos cidadãos”. Antes de Manuel Alegre usar da palavra, falaram o mandatário distrital, Abílio Hernandez, o coordenador distrital do Movimento Já, Rui Roque e o sindicalista António Cantante, que entregou um abaixo assinado distrital de apoio a Manuel Alegre com mais de uma centena de assinaturas.

















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Alegre apela ao voto na baixa de Coimbra

Candidato a Belém recebeu muitos apoios e promessas de voto.

















Manuel Alegre esteve, esta segunda-feira, em campanha em Coimbra. Alegre passeou pela baixa da cidade, onde estudou Direito e onde participou nas lutas académicas, e recebeu o apoio e promessas de voto de muitos cidadãos. A comitiva de Alegre esteve quase duas horas na baixa de Coimbra. Uma comitiva liderada por tocadores de bombo, tambor e gaita-de-foles e por uma dezena de jovens com bandeiras. Uma acção de campanha cheia de força.
«Estamos a fazer uma campanha com a mesma força, ou com mais força que as máquinas partidárias», afirmou Alegre, desvalorizando as sondagens que dão maioria absoluta a Cavaco Silva. «No dia 22 de Janeiro vai haver uma grande surpresa», concluiu Manuel Alegre.

















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Campanha Arrancou com Festa Alegre










A Campanha Eleitoral arrancou com Noite Alegre.
Entre as 21.00 e as 24.00 horas, centenas de cidadãos apoiantes de Manuel Alegre reuniram-se em todas as sedes de candidatura do país para, à mesma hora, celebrarem a poesia e a cultura, com leituras de poemas e canções.
Na sede distrital de Coimbra a noite decorreu alegre com declamação de poesia, fados e Guitarradas de Coimbra, reunindo mais de 100 pessoas. Em Portalegre, para além da poesia e da música, os apoiantes da candidatura fizeram uma faixa de 4 metros por 1,5 metro, uma pintura colectiva sobre a cidade de Portalegre. Em Évora foi uma noite de um convívio salutar, onde se cantaram músicas do Zeca Afonso, do Adriano Correia de Oliveira, do Fausto e de outros cantores, para além de muitas modas do cancioneiro regional alentejano. Em Viseu passaram pela sede mais de 100 pessoas, num ambiente de fraternidade e alegria. A música esteve a cargo de um trio de Jazz. Foram declamados poemas de Manuel Alegre e Sophia M. Breynner. Em diversos pontos do país como Setúbal, Bragança, ou em Caldas da Rainha e Leiria, os apoiantes projectaram a mensagem do candidato e ouviram o hino, ao que se seguiu audição de poesia e música. No Porto, a Noite Alegre contou com duas iniciativas: um jantar volante na sede de Carlos Alberto, ao que se seguiu a festa de inauguração do "Espaço ALEGRE" na Rua dos Vanzeleres. Aqui, mais de 80 participantes confraternizaram em torno da poesia de Manuel Alegre, cantaram alguns dos seus poemas e motivaram-se ainda mais para a ponta final da campanha.

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segunda-feira, janeiro 09, 2006

“Não há donos das personalidades históricas”


















"Álvaro Cunhal pertence à história da resistência anti-fascista. É uma grande figura da história de Portugal e como não há donos da democracia, também não há donos das personalidades históricas, nem que sejam secretários-gerais dos partidos” afirmou ontem Manuel Alegre, lamentando o facto do candidato do PCP, Jerónimo de Sousa, ter ficado "ofendido" com a sua evocação do nome do antigo líder comunista.
O candidato, que discursava em Santarém num jantar com centenas de apoiantes, recordou primeiro que a sua campanha começou em Peniche por um acto de pedagogia "política, democrática e cívica". Para Manuel Alegre, o Presidente tem a obrigação de fazer a pedagogia dos valores democráticos e da memória, já que não pode haver futuro sem passado: "Os presos políticos que lá viveram anos e anos ajudaram a construir o nosso presente e o futuro que nós pretendemos construir." "Digo isto porque estou farto de sectarismo, intolerância e de pessoas que se consideram donos, uns, da classe operária, outros, da pátria, do socialismo e da Republica” afirmou Alegre, concluindo que "esta candidatura é contra aqueles que afunilam os partidos, se julgam donos da política e empobrecem a cidadania."

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Manuel Alegre em Santarém


















"Eu tenho uma corrente de simpatia”
"Há uma onda fabricada em torno de Cavaco Silva. Eu tenho uma corrente de simpatia por todo o país", disse Manuel Alegre no final do primeiro dia oficial da campanha para as eleições do próximo dia 22, em que inaugurou as sedes da Chamusca, Torres Novas, Entroncamento, Tomar e Santarém.
Manuel Alegre congratulou-se com a forma como foi acolhido pelos vários pontos do distrito de Santarém que percorreu, salientando não ter registado "nem um único acto de hostilidade". O candidato afirmou: "Tenho muita experiência democrática e sei que é muito raro isto acontecer. Muito mais quando não andamos com exércitos partidários atrás".

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Manuel Alegre no Espaço Já


















"Ousem dançar a vossa vida"
Manuel Alegre apelou aos jovens portugueses para “viver, ousar e dançar a vida e para fazerem disso uma cidadania que enriqueça o país”. O candidato independente esteve ontem, no Bairro Alto, em Lisboa, na inauguração do Movimento Já, movimento jovem de apoio à sua candidatura e que, segundo Alegre, "vai ser um espaço de alegria, liberdade e cidadania de muita gente jovem."
A festa, que foi uma das muitas iniciativas da “noite alegre” com que esta candidatura abriu a campanha eleitoral, contou com a presença de Pacman e Rui Moura, que cantaram o hino do Movimento Já. Rui Moura cantou ainda com Paula Marques o hino da campanha “Livre e fraterno Portugal”. Depois da intervenção de Alegre, Adriana Aboim e Ana Lacerda recitaram poemas de Manuel Alegre. A noite continuou animada com muita gente dentro da sede e à porta. Lá estiveram, entre muitos outros, o judoca e campeão olímpico Nuno Delgado, o cantor Jorge Palma e Têtê Ricou, a alma do Chapitô.
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Manuel Alegre exorta intelectuais a "restituírem esperança" aos portugueses

Manuel Alegre estava como um peixe na água. Sentado ao lado dos escritores Mário de Carvalho e Mário Cláudio, numa mesa à volta da qual se encontravam também a sua porta-voz, Inês Pedrosa, e a professora Clara Crabbé Rocha. Em redor, viam-se Eduardo Prado Coelho, Jorge Palma, Fernando Pinto do Amaral, Nuno Júdice, Nelson de Matos, José Manuel Saraiva, Hélia Correia, Diogo Dória, Rui Zink. Mas também o ex-dirigente comunista Carlos Brito, a fundadora do PS, Carolina Titto de Morais e o socialista José Leitão.
Na véspera do arranque oficial da campanha eleitoral, Alegre jantou, no Hotel Altis, em Lisboa, com cerca de 150 personalidades da cultura. O momento serviu para a estreia do hino da candidatura, interpretado por Paulo de Carvalho e letra do médico Fernando Guerra. Titulada "Livre e fraterno Portugal", a canção, cuja letra foi distribuída pelos presentes em pequenos papéis, foi produzida por Elvis Veiguinha, que curiosamente assinou também a autoria dos arranjos do hino da candidatura de Mário Soares. Num discurso apropriado para a ocasião - pontificaram as citações de Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner, Camões, Bernardim Ribeiro e Ossip Mandelstam -, Alegre apelou à intervenção dos intelectuais na "restituição da esperança aos portugueses". "Os intelectuais portugueses devem voltar a ter uma grande responsabilidade por Portugal, a responsabilidade de restituir aos portugueses a esperança em si mesmos", afirmou, alertando que o país "não vive numa torre de marfim, mas numa cidade que é preciso reconstruir". Os apoiantes aplaudiram e manifestaram-se mais efusivos quando o candidato frisou que "um Presidente tem de garantir a saúde e a decência da democracia". "É hoje uma necessidade e uma urgência", acrescentou. E concluiu: "Nada tenho para vos dar e nada posso pedir mais do que a vossa confiança e solidariedade." A intervenção de Alegre foi parca em mensagens políticas e o apelo que o candidato havia feito aos "indecisos" do eleitorado socialista, anteontem à noite, em Angra do Heroísmo, não se repetiu. No jantar com apoiantes da ilha Terceira, Alegre exortou os militantes do PS a escolherem entre a vitória de Cavaco Silva ou a sua passagem à segunda volta. Em tom veemente, disse: "Queria dirigir um apelo a todos os indecisos e especialmente aos indecisos socialistas porque está na altura de decidirem se queremos ou não ir à volta. O que é que realmente os preocupa? Derrotar Cavaco Silva ou que um candidato independente passe à segunda volta?". Ontem à noite, ao mesmo tempo que se iniciava em todas as sedes de candidatura o evento "Noite Alegre" (música e leitura de poemas para dar o pontapé de saída da campanha), Inês Pedrosa leu, no Altis, mensagens de apoio dos escritores Pedro Tamen, Hélder Macedo e João Aguiar e do pintor Jorge Pinheiro. A porta-voz anunciou também uma nova entrada no rol de apoiantes de Alegre: a do escritor José Riço Direitinho.

Veja video no desenvolvimento da notícia
Manuel Alegre no jantar da cultura Fonte RTP1
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Alegre e a "virtude da decência"

A campanha eleitoral do candidato Manuel Alegre abriu oficialmente "à mesa das letras".(...)Manuel Alegre lembrou Miguel Torga a quem muitas vezes ouviu dizer: "Temos que ser contra isto, para ser por isto". É, de certa maneira, aquilo que estamos a fazer. Estamos a ser contra isto, para ser por isto: a ser contra os poderes ilegítimos que se sobrepõem ao poder democrático, contra a falta de transparência na vida política, contra a mistura entre negócios e política".
A campanha eleitoral do candidato Manuel Alegre abriu oficialmente "à mesa das letras". Ao jantar foi apresentado o hino oficial de campanha, "Livre e fraterno, Portugal cantado por Paulo de Carvalho, que foi apenas um dos convidados. Foram vários os convidados, uns presentes outros convocados. Manuel Alegre lembrou Miguel Torga a quem muitas vezes ouviu dizer: "Temos que ser contra isto, para ser por isto". É, de certa maneira, aquilo que estamos a fazer. Estamos a ser contra isto, para ser por isto: a ser contra os poderes ilegítimos que se sobrepõem ao poder democrático, contra a falta de transparência na vida política, contra a mistura entre negócios e política". Este é um combate que o candidato quer fazer a partir de Belém e para o qual se diz portador de uma arma rara: "O Presidente da República tem que garantir não só as regras formais da democracia, mas a saúde da democracia e a decência da democracia. A decência em política é hoje em si mesmo uma virtude, é hoje uma necessidade e uma urgência".
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